El Salvador há muito tempo enfrenta uma crise econômica — desindustrialização, alta criminalidade, sistema financeiro fraco. Desde 2021, o presidente do país tomou uma decisão audaciosa: colocar o Bitcoin e o dólar no mesmo nível, ambos como moeda legal. Isso causou um grande impacto global, com alguns dizendo que é uma inovação revolucionária, outros achando que é pura jogada de risco. Mas qual é a verdade? Vamos analisar.
**Sonhos ambiciosos, realidade dura**
O plano original era bastante atraente: promover inclusão financeira com Bitcoin, reduzir custos de remessas, atrair capital internacional. Mas, na prática, enfrentaram várias dificuldades.
Para promover a iniciativa, o governo criou uma carteira oficial chamada Chivo, e ofereceu aos usuários que a baixassem um bônus de 30 dólares como incentivo. O problema é que, desde o dia do lançamento em setembro de 2021, o aplicativo apresentou problemas constantes — falhas frequentes no sistema, erros no software. Ainda pior, as defesas de segurança eram praticamente inexistentes, com muitos dados de usuários sendo usados indevidamente para receber benefícios, e algumas pessoas tiveram seus ativos na carteira roubados de forma inexplicável.
Nos termos de uso da carteira, há uma cláusula clássica de isenção de responsabilidade: "Não nos responsabilizamos por perdas causadas por falhas do sistema". Isso destruiu completamente a confiança do público. Até hoje, a única utilidade do Chivo parece ser para receber benefícios do governo, sem integração na rotina das pessoas.
**A atitude do povo é o verdadeiro espelho**
Os dados falam por si. Apesar do esforço do governo na promoção, a aceitação nas ruas é extremamente baixa. O crescimento de usuários já parou há muito tempo, e a atividade dos usuários também continua a diminuir.
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**Um início de experimento radical**
El Salvador há muito tempo enfrenta uma crise econômica — desindustrialização, alta criminalidade, sistema financeiro fraco. Desde 2021, o presidente do país tomou uma decisão audaciosa: colocar o Bitcoin e o dólar no mesmo nível, ambos como moeda legal. Isso causou um grande impacto global, com alguns dizendo que é uma inovação revolucionária, outros achando que é pura jogada de risco. Mas qual é a verdade? Vamos analisar.
**Sonhos ambiciosos, realidade dura**
O plano original era bastante atraente: promover inclusão financeira com Bitcoin, reduzir custos de remessas, atrair capital internacional. Mas, na prática, enfrentaram várias dificuldades.
Para promover a iniciativa, o governo criou uma carteira oficial chamada Chivo, e ofereceu aos usuários que a baixassem um bônus de 30 dólares como incentivo. O problema é que, desde o dia do lançamento em setembro de 2021, o aplicativo apresentou problemas constantes — falhas frequentes no sistema, erros no software. Ainda pior, as defesas de segurança eram praticamente inexistentes, com muitos dados de usuários sendo usados indevidamente para receber benefícios, e algumas pessoas tiveram seus ativos na carteira roubados de forma inexplicável.
Nos termos de uso da carteira, há uma cláusula clássica de isenção de responsabilidade: "Não nos responsabilizamos por perdas causadas por falhas do sistema". Isso destruiu completamente a confiança do público. Até hoje, a única utilidade do Chivo parece ser para receber benefícios do governo, sem integração na rotina das pessoas.
**A atitude do povo é o verdadeiro espelho**
Os dados falam por si. Apesar do esforço do governo na promoção, a aceitação nas ruas é extremamente baixa. O crescimento de usuários já parou há muito tempo, e a atividade dos usuários também continua a diminuir.