Na estratégia de longo prazo em ativos criptográficos, os investidores que detêm BTCB, ETH ou BNB frequentemente enfrentam o mesmo problema: ativos parados na carteira, sendo apenas "dinheiro morto", sem qualquer fluxo de caixa visível.
Muitas pessoas pensam que HODL é toda a estratégia, mas na verdade isso é apenas o ponto de partida. Num ecossistema DeFi maduro, seus ativos podem gerar rendimento enquanto permanecem em posição. O segredo está em encontrar o ponto de alavancagem adequado.
**1. Procurando a "diferença de nível" na margem de lucro**
A essência da gestão financeira é descobrir diferenças de preço. Veja um quadro de estratégia amplamente validado:
Colocar ativos blue-chip (como BTCB) como garantia em um protocolo DeFi, emprestando seu stablecoin descentralizado USD1. Atualmente, esse custo de empréstimo é absurdamente baixo — uma taxa anual de cerca de 1%, sendo a liquidez mais barata disponível na rede.
Depois, transferir o USD1 para a seção de gestão de ativos de uma exchange líder. Aqui, a expectativa de rendimento anual geralmente fica em torno de 20%.
**2. Análise do modelo de rendimento**
A matemática é simples: - Rendimento na gestão financeira: 20% ao ano - Custo de empréstimo: 1% ao ano - Lucro líquido = 20% - 1% = 19%
Essa diferença de 19% não é uma ilusão, é um rendimento garantido baseado na liquidez real do mercado. Não é necessário prever a direção do mercado, nem perseguir altas ou vender em baixa; trata-se simplesmente de aproveitar oportunidades estruturais entre DeFi e exchanges tradicionais.
O ponto-chave é a eficiência na liberação de liquidez. Num ecossistema descentralizado, seus BTCB, ETH ou BNB deixam de ser apenas números na conta e passam a "trabalhar" de fato. Manter uma exposição de longo prazo enquanto gera fluxo de caixa estável através de combinações de empréstimos e gestão financeira. Essa é a verdadeira forma de maximizar a eficiência dos ativos.
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Na estratégia de longo prazo em ativos criptográficos, os investidores que detêm BTCB, ETH ou BNB frequentemente enfrentam o mesmo problema: ativos parados na carteira, sendo apenas "dinheiro morto", sem qualquer fluxo de caixa visível.
Muitas pessoas pensam que HODL é toda a estratégia, mas na verdade isso é apenas o ponto de partida. Num ecossistema DeFi maduro, seus ativos podem gerar rendimento enquanto permanecem em posição. O segredo está em encontrar o ponto de alavancagem adequado.
**1. Procurando a "diferença de nível" na margem de lucro**
A essência da gestão financeira é descobrir diferenças de preço. Veja um quadro de estratégia amplamente validado:
Colocar ativos blue-chip (como BTCB) como garantia em um protocolo DeFi, emprestando seu stablecoin descentralizado USD1. Atualmente, esse custo de empréstimo é absurdamente baixo — uma taxa anual de cerca de 1%, sendo a liquidez mais barata disponível na rede.
Depois, transferir o USD1 para a seção de gestão de ativos de uma exchange líder. Aqui, a expectativa de rendimento anual geralmente fica em torno de 20%.
**2. Análise do modelo de rendimento**
A matemática é simples:
- Rendimento na gestão financeira: 20% ao ano
- Custo de empréstimo: 1% ao ano
- Lucro líquido = 20% - 1% = 19%
Essa diferença de 19% não é uma ilusão, é um rendimento garantido baseado na liquidez real do mercado. Não é necessário prever a direção do mercado, nem perseguir altas ou vender em baixa; trata-se simplesmente de aproveitar oportunidades estruturais entre DeFi e exchanges tradicionais.
O ponto-chave é a eficiência na liberação de liquidez. Num ecossistema descentralizado, seus BTCB, ETH ou BNB deixam de ser apenas números na conta e passam a "trabalhar" de fato. Manter uma exposição de longo prazo enquanto gera fluxo de caixa estável através de combinações de empréstimos e gestão financeira. Essa é a verdadeira forma de maximizar a eficiência dos ativos.