À medida que envelhecemos. Cada vez mais sinto que tudo é emprestado.


Empresto este corpo para experimentar uma vida.
Empresto esta casa para morar por décadas.
A aldeia rural de minha infância fica cada vez mais decadente, e no final será completamente devolvida à natureza.
Uma grande aldeia que já teve milhares de habitantes, com fábricas, governo local, minas de carvão, agora tem menos de 200 pessoas.
Ainda continua a diminuir.
Tudo acabará por desaparecer, sem deixar vestígios.
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