Perder dinheiro ao tremer na mão, agir por impulso quando está cheio de posições — esta é a verdadeira imagem da maioria das pessoas no mercado de criptomoedas.
Na noite em que o Akai quebrou a terceira vez, veio me convidar para beber, com um olhar cheio de insatisfação: "Desta vez quase perdi tudo, se me derem mais um pouco de tempo, tenho certeza que consigo recuperar." Eu, sem rodeios, joguei uma ducha de água fria: "Amigo, você não quase perdeu tudo, você quase entregou essa última gota de esforço e dinheiro suado."
A história dele é bastante representativa. Inicialmente investiu 20 mil dólares, a conta chegou a 50 mil, mas em duas semanas voltou ao ponto de partida. Insatisfeito, começou a aumentar as posições loucamente, compensando as perdas, até acabar com um monte de restos. Esse procedimento é basicamente o roteiro padrão dos investidores de varejo.
De acordo com estatísticas de mercado, em ambientes de forte volatilidade, mais de 90% dos traders que operam contra a tendência acabam quebrando a conta. Dados mais realistas mostram que, nos últimos cinco anos, menos de 10% dos investidores de varejo conseguiram lucrar na bolsa, enquanto a porcentagem de lucros dos investidores institucionais já ultrapassa 28%. A diferença é evidente à primeira vista.
**Segurar contra a tendência é uma máquina de destruir riqueza**
O primeiro erro fatal que o Akai cometeu foi resistir à tendência do mercado. Quando o mercado caiu, ele continuou a aumentar suas posições, alegando que estava diluindo o custo, mas na verdade estava pegando aquela faca voadora. Dados mostram que a taxa de sucesso de operações contra a tendência não ultrapassa, em média, 30%, mas quando há perdas, a magnitude costuma ser de 3 a 5 vezes maiores do que os lucros.
Em mercados de futuros ou criptomoedas com alavancagem, esse risco é amplificado ao infinito. Muitos casos sangrentos na história nos mostram que a alavancagem é como uma espada de dois gumes: bem usada, permite navegar com sucesso, mal utilizada, leva ao desastre.
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Perder dinheiro ao tremer na mão, agir por impulso quando está cheio de posições — esta é a verdadeira imagem da maioria das pessoas no mercado de criptomoedas.
Na noite em que o Akai quebrou a terceira vez, veio me convidar para beber, com um olhar cheio de insatisfação: "Desta vez quase perdi tudo, se me derem mais um pouco de tempo, tenho certeza que consigo recuperar." Eu, sem rodeios, joguei uma ducha de água fria: "Amigo, você não quase perdeu tudo, você quase entregou essa última gota de esforço e dinheiro suado."
A história dele é bastante representativa. Inicialmente investiu 20 mil dólares, a conta chegou a 50 mil, mas em duas semanas voltou ao ponto de partida. Insatisfeito, começou a aumentar as posições loucamente, compensando as perdas, até acabar com um monte de restos. Esse procedimento é basicamente o roteiro padrão dos investidores de varejo.
De acordo com estatísticas de mercado, em ambientes de forte volatilidade, mais de 90% dos traders que operam contra a tendência acabam quebrando a conta. Dados mais realistas mostram que, nos últimos cinco anos, menos de 10% dos investidores de varejo conseguiram lucrar na bolsa, enquanto a porcentagem de lucros dos investidores institucionais já ultrapassa 28%. A diferença é evidente à primeira vista.
**Segurar contra a tendência é uma máquina de destruir riqueza**
O primeiro erro fatal que o Akai cometeu foi resistir à tendência do mercado. Quando o mercado caiu, ele continuou a aumentar suas posições, alegando que estava diluindo o custo, mas na verdade estava pegando aquela faca voadora. Dados mostram que a taxa de sucesso de operações contra a tendência não ultrapassa, em média, 30%, mas quando há perdas, a magnitude costuma ser de 3 a 5 vezes maiores do que os lucros.
Em mercados de futuros ou criptomoedas com alavancagem, esse risco é amplificado ao infinito. Muitos casos sangrentos na história nos mostram que a alavancagem é como uma espada de dois gumes: bem usada, permite navegar com sucesso, mal utilizada, leva ao desastre.