Estas últimas dias, um fenómeno no mercado de futuros de prata merece reflexão: uma grande bolsa de futuros de repente aumentou os requisitos de margem para contratos de prata, alegando gerenciar a volatilidade do mercado. Parece razoável, mas alguns profissionais experientes do mercado acham que a situação não é tão simples.
Um analista que previu com sucesso duas crises financeiras afirmou sem rodeios — isto não é gestão de risco, mas claramente uma manobra para dar uma oportunidade de respiro aos grandes bancos que estão em dificuldades com posições "naked short". Em outras palavras, o aumento de margem funciona como uma "nuvem de fumaça", enquanto o verdadeiro problema está escondido: alguns bancos, por estarem excessivamente vendidos em prata, veem o fornecimento físico se tornar escasso e estão sendo engolidos por isso, levando a bolsa a intervir para "salvar a situação".
Essa operação parece um roteiro clássico de livro de estratégias — usando a margem como arma para expulsar investidores de varejo e fundos menores do mercado, ganhando tempo para os vendedores a descoberto em dificuldades. Mas o mais irônico é que, quanto mais essa pressão aumenta, mais se revela um problema mais profundo: o fornecimento físico de prata realmente está ficando apertado.
No mercado, há uma história antiga — na década de 70, os irmãos Hunt tentaram monopolizar o mercado de prata, mas agora a situação é diferente. Hoje, os estoques físicos estão se esgotando continuamente, os EUA e a UE consideram a prata um mineral estratégico, e os 22.000 toneladas restantes na London Vault tornaram-se um novo foco de disputa. Grandes fundos e investidores inteligentes estão competindo, especialmente antes do banimento total das exportações na China.
Alguns analistas preveem que o preço da prata pode atingir US$200 por onça. Sob essa perspectiva, qualquer recuo atual merece atenção — aqueles que realmente entendem do mercado já o veem como uma oportunidade de construir posições a longo prazo.
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SchrodingerPrivateKey
· 12h atrás
Mais uma vez, o mesmo truque, os investidores de varejo são usados como cebolas para serem colhidas
Quando os bancos entram em falência, as exchanges mudam as regras, é uma provocação
Desta vez é diferente, a oferta realmente acabou, mesmo com um estoque de 22.000 toneladas, não há salvação
Comparado ao caso dos irmãos Hunt na década de 70, agora é uma disputa de nível nacional, está no ar
200 dólares? Acho que sim, quem comprar na baixa vai lucrar muito
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OfflineValidator
· 01-09 03:59
A cortina de fumaça foi levantada, mas a estratégia de baixo continua a mesma, os investidores de varejo continuam a ser os otários.
A jogada da exchange foi realmente genial, salvar a situação de forma tão descarada.
200 dólares? Parece que não vai acontecer tão rápido, mas realmente devemos ficar atentos à escassez de oferta.
Grandes fundos estão acumulando na baixa, enquanto os investidores de varejo ainda estão indecisos se devem entrar ou não.
Estas são as regras do jogo, o cassino sempre ganha.
Estas últimas dias, um fenómeno no mercado de futuros de prata merece reflexão: uma grande bolsa de futuros de repente aumentou os requisitos de margem para contratos de prata, alegando gerenciar a volatilidade do mercado. Parece razoável, mas alguns profissionais experientes do mercado acham que a situação não é tão simples.
Um analista que previu com sucesso duas crises financeiras afirmou sem rodeios — isto não é gestão de risco, mas claramente uma manobra para dar uma oportunidade de respiro aos grandes bancos que estão em dificuldades com posições "naked short". Em outras palavras, o aumento de margem funciona como uma "nuvem de fumaça", enquanto o verdadeiro problema está escondido: alguns bancos, por estarem excessivamente vendidos em prata, veem o fornecimento físico se tornar escasso e estão sendo engolidos por isso, levando a bolsa a intervir para "salvar a situação".
Essa operação parece um roteiro clássico de livro de estratégias — usando a margem como arma para expulsar investidores de varejo e fundos menores do mercado, ganhando tempo para os vendedores a descoberto em dificuldades. Mas o mais irônico é que, quanto mais essa pressão aumenta, mais se revela um problema mais profundo: o fornecimento físico de prata realmente está ficando apertado.
No mercado, há uma história antiga — na década de 70, os irmãos Hunt tentaram monopolizar o mercado de prata, mas agora a situação é diferente. Hoje, os estoques físicos estão se esgotando continuamente, os EUA e a UE consideram a prata um mineral estratégico, e os 22.000 toneladas restantes na London Vault tornaram-se um novo foco de disputa. Grandes fundos e investidores inteligentes estão competindo, especialmente antes do banimento total das exportações na China.
Alguns analistas preveem que o preço da prata pode atingir US$200 por onça. Sob essa perspectiva, qualquer recuo atual merece atenção — aqueles que realmente entendem do mercado já o veem como uma oportunidade de construir posições a longo prazo.