#稳定币支付 Após analisar o teste de resistência do mercado de previsão da Copa do Mundo de 2026, o que mais me preocupa na verdade é a questão dos pagamentos com stablecoins — porque isso afeta diretamente a eficiência na retirada de lucros pelos seguidores.
A situação atual é bastante clara: a Visa já iniciou em dezembro um piloto de liquidação na cadeia com USDC, mas o Banco Central Europeu está alertando sobre os riscos das stablecoins privadas. O que isso significa? Os players de cópia provavelmente enfrentarão uma situação de polarização até 2026 — plataformas de origem americana terão transferências mais fluidas, mas na Europa ou em regiões com restrições, as fricções nas liquidações podem aumentar.
Minha avaliação é que, ao escolher um parceiro de cópia, deve-se dar mais atenção à infraestrutura de pagamento da plataforma. Aquelas que já possuem canais de stablecoin integrados (especialmente as que usam sistemas tradicionais como a Visa para liquidação) provavelmente não terão atrasos na retirada ou problemas de liquidez durante o pico da Copa. Por outro lado, plataformas que dependem de canais bancários tradicionais, sob o impacto de volumes de transação elevados, podem enfrentar gargalos na velocidade de saque.
Isso não é apenas uma questão de conveniência — para os seguidores, a gestão de risco completa inclui stop loss em tempo real e retirada rápida. Se a infraestrutura de liquidação não for eficiente, mesmo seguindo os melhores traders, os lucros ficarão apenas no papel; o dinheiro de verdade não chegará às mãos. Portanto, atualmente estou observando a profundidade de parcerias de plataformas de apostas mainstream (DraftKings, FanDuel) e exchanges que já integram stablecoins. Quem tiver uma conexão mais fluida será mais estável sob carga máxima.
A prática é que traz o verdadeiro conhecimento. Para a próxima rodada de seleção de bons parceiros de cópia, é fundamental que tanto a conformidade regulatória quanto a infraestrutura de pagamento estejam bem consolidadas.
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#稳定币支付 Após analisar o teste de resistência do mercado de previsão da Copa do Mundo de 2026, o que mais me preocupa na verdade é a questão dos pagamentos com stablecoins — porque isso afeta diretamente a eficiência na retirada de lucros pelos seguidores.
A situação atual é bastante clara: a Visa já iniciou em dezembro um piloto de liquidação na cadeia com USDC, mas o Banco Central Europeu está alertando sobre os riscos das stablecoins privadas. O que isso significa? Os players de cópia provavelmente enfrentarão uma situação de polarização até 2026 — plataformas de origem americana terão transferências mais fluidas, mas na Europa ou em regiões com restrições, as fricções nas liquidações podem aumentar.
Minha avaliação é que, ao escolher um parceiro de cópia, deve-se dar mais atenção à infraestrutura de pagamento da plataforma. Aquelas que já possuem canais de stablecoin integrados (especialmente as que usam sistemas tradicionais como a Visa para liquidação) provavelmente não terão atrasos na retirada ou problemas de liquidez durante o pico da Copa. Por outro lado, plataformas que dependem de canais bancários tradicionais, sob o impacto de volumes de transação elevados, podem enfrentar gargalos na velocidade de saque.
Isso não é apenas uma questão de conveniência — para os seguidores, a gestão de risco completa inclui stop loss em tempo real e retirada rápida. Se a infraestrutura de liquidação não for eficiente, mesmo seguindo os melhores traders, os lucros ficarão apenas no papel; o dinheiro de verdade não chegará às mãos. Portanto, atualmente estou observando a profundidade de parcerias de plataformas de apostas mainstream (DraftKings, FanDuel) e exchanges que já integram stablecoins. Quem tiver uma conexão mais fluida será mais estável sob carga máxima.
A prática é que traz o verdadeiro conhecimento. Para a próxima rodada de seleção de bons parceiros de cópia, é fundamental que tanto a conformidade regulatória quanto a infraestrutura de pagamento estejam bem consolidadas.