Não comprar casa, não comprar carro, não se casar, à primeira vista parece ser uma “postura de descanso”, na realidade é uma estratégia de redistribuição de recursos sob uma lógica extremamente racional.
No ambiente atual da China:
Comprar casa equivale a hipotecar o fluxo de caixa dos próximos 20-30 anos de uma só vez ao banco, em troca de um ativo (provavelmente diluído no futuro por inflação e políticas) Comprar carro requer considerar que é um ativo depreciação consumista, além do custo de tempo que você precisa investir Casar exige uma base econômica sólida, especialmente num ambiente com alta taxa de divórcio e divisão de bens pouco favorável.
Guardar esse dinheiro e energia, investindo em:
Autoeducação (habilidades, conhecimento) Ativos de alto risco e alta recompensa (ações, criptomoedas, empreendedorismo) Experiências e relacionamentos (viagens, interesses profundos, socialização de qualidade)
Realmente mais fácil de alcançar avanços não lineares. Mas também é importante ver o outro lado:
Esta é uma “rota de poucos”. A maioria que segue a estratégia das “três não” acaba apenas reduzindo o custo de vida, sem transformar os recursos economizados em produtividade, permanecendo ansiosa no final. A longo prazo, afastar-se completamente do sistema tradicional (propriedade, família) também pode trazer novos riscos: menor resistência a riscos macroeconômicos (inflação, saúde, aposentadoria), falta de suporte emocional.
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Não comprar casa, não comprar carro, não se casar, à primeira vista parece ser uma “postura de descanso”, na realidade é uma estratégia de redistribuição de recursos sob uma lógica extremamente racional.
No ambiente atual da China:
Comprar casa equivale a hipotecar o fluxo de caixa dos próximos 20-30 anos de uma só vez ao banco, em troca de um ativo (provavelmente diluído no futuro por inflação e políticas)
Comprar carro requer considerar que é um ativo depreciação consumista, além do custo de tempo que você precisa investir
Casar exige uma base econômica sólida, especialmente num ambiente com alta taxa de divórcio e divisão de bens pouco favorável.
Guardar esse dinheiro e energia, investindo em:
Autoeducação (habilidades, conhecimento)
Ativos de alto risco e alta recompensa (ações, criptomoedas, empreendedorismo)
Experiências e relacionamentos (viagens, interesses profundos, socialização de qualidade)
Realmente mais fácil de alcançar avanços não lineares.
Mas também é importante ver o outro lado:
Esta é uma “rota de poucos”. A maioria que segue a estratégia das “três não” acaba apenas reduzindo o custo de vida, sem transformar os recursos economizados em produtividade, permanecendo ansiosa no final.
A longo prazo, afastar-se completamente do sistema tradicional (propriedade, família) também pode trazer novos riscos: menor resistência a riscos macroeconômicos (inflação, saúde, aposentadoria), falta de suporte emocional.