Os Estados Unidos Securities and Exchange Commission (SEC) publicou recentemente um aviso aos investidores sobre carteiras de criptomoedas e custódia de ativos, marcando o início de uma mudança de postura por parte desta entidade, que anteriormente tinha uma atitude rígida em relação à indústria de criptomoedas. Agora, a SEC está ativamente promovendo o conhecimento sobre armazenamento seguro de ativos digitais para o público em geral. Este guia detalha as características de risco de diferentes métodos de custódia e as informações essenciais que os investidores devem conhecer ao escolher um provedor de serviços.
De “fechado” a “educacional” Mudança clara na abordagem regulatória
Este movimento da SEC gerou ondas no setor. Muitos observadores veem isso como um sinal importante de ajuste na política regulatória — durante o mandato do ex-presidente Gary Gensler, a SEC tinha uma postura relativamente indiferente em relação aos ativos digitais. Com a chegada do novo líder, Paul Atkins, a agência começou a promover ativamente o conhecimento sobre armazenamento de criptomoedas para investidores.
Neste aviso, a SEC enfatiza a ponderação entre a autogestão e a custódia por terceiros. Para a custódia por terceiros, o guia recomenda que os investidores entendam claramente as políticas específicas do provedor, especialmente em relação às cláusulas de rehipotecação de ativos — ou seja, se a instituição de custódia emprestará novamente os ativos dos clientes para obter lucros, ou se armazenará as criptomoedas de cada cliente de forma independente. Este detalhe é crucial para os investidores, pois afeta diretamente o controle real sobre os ativos e o nível de risco assumido.
Carteira quente vs carteira fria: vantagens e desvantagens
O guia também faz uma comparação detalhada entre os dois principais tipos de carteiras. Carteiras quentes, conectadas à internet, oferecem conveniência, mas são mais vulneráveis a ataques de hackers; enquanto carteiras frias, armazenadas offline, oferecem maior segurança, mas, se a chave privada for perdida, o dispositivo for roubado ou ocorrer uma falha de armazenamento, os ativos podem ser irremediavelmente perdidos. A recomendação da SEC é que os investidores avaliem esses riscos de acordo com sua situação pessoal.
Curiosamente, a organização de defesa das criptomoedas “True Bitcoin Fund” (TFTC) fez um comentário irônico: “A mesma instituição que nos anos anteriores quis fechar essa indústria agora está ensinando as pessoas a usá-la.” Isso reflete a complexidade das emoções na comunidade de criptomoedas em relação à mudança de postura regulatória.
O CEO do Digital Ascension Group, Jack Cleaver, deu uma avaliação mais positiva, dizendo que a SEC, ao iluminar potenciais detentores de ativos digitais, está trazendo uma energia positiva para o setor, ajudando a melhorar a conformidade e a proteção dos investidores.
DTCC aprova início da tokenização de ativos, operação prevista para 2026
Logo após a publicação deste guia, veio uma notícia de grande impacto: a Depository Trust & Clearing Corporation (DTCC) recebeu aprovação formal das autoridades regulatórias para iniciar um piloto de tokenização de ativos financeiros.
De acordo com o relatório de 11 de dezembro, a SEC enviou uma “carta de não ação” à DTC, uma subsidiária da DTCC, autorizando o lançamento de novos serviços de tokenização. A DTCC planeja inicialmente tokenizar fundos negociados em bolsa relacionados ao índice Russell 1000, títulos do Tesouro dos EUA e diversos tipos de títulos, em um ambiente controlado, com previsão de abrir oficialmente esses serviços ao mercado na segunda metade de 2026.
O significado dessa aprovação é que a infraestrutura do mercado financeiro tradicional está oficialmente se abrindo para a tecnologia blockchain. No mesmo dia em que anunciou a aprovação da DTCC, Paul Atkins compartilhou sua visão de que o sistema financeiro tradicional está evoluindo em direção ao blockchain, confirmando que essa mudança não é um evento isolado, mas uma ajustamento sistêmico regulatório.
Desde o guia para investidores até o piloto de tokenização de ativos, os sinais emitidos pela SEC em um curto espaço de tempo são claros e contundentes: a tecnologia de criptomoedas e blockchain deixou de ser um objeto de rejeição e está sendo gradualmente integrada ao ecossistema financeiro mainstream.
Ver original
Esta página pode conter conteúdos de terceiros, que são fornecidos apenas para fins informativos (sem representações/garantias) e não devem ser considerados como uma aprovação dos seus pontos de vista pela Gate, nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Declaração de exoneração de responsabilidade para obter mais informações.
A SEC lança novas diretrizes para custódia de criptomoedas, sinalizando uma mudança na postura regulatória
Os Estados Unidos Securities and Exchange Commission (SEC) publicou recentemente um aviso aos investidores sobre carteiras de criptomoedas e custódia de ativos, marcando o início de uma mudança de postura por parte desta entidade, que anteriormente tinha uma atitude rígida em relação à indústria de criptomoedas. Agora, a SEC está ativamente promovendo o conhecimento sobre armazenamento seguro de ativos digitais para o público em geral. Este guia detalha as características de risco de diferentes métodos de custódia e as informações essenciais que os investidores devem conhecer ao escolher um provedor de serviços.
De “fechado” a “educacional” Mudança clara na abordagem regulatória
Este movimento da SEC gerou ondas no setor. Muitos observadores veem isso como um sinal importante de ajuste na política regulatória — durante o mandato do ex-presidente Gary Gensler, a SEC tinha uma postura relativamente indiferente em relação aos ativos digitais. Com a chegada do novo líder, Paul Atkins, a agência começou a promover ativamente o conhecimento sobre armazenamento de criptomoedas para investidores.
Neste aviso, a SEC enfatiza a ponderação entre a autogestão e a custódia por terceiros. Para a custódia por terceiros, o guia recomenda que os investidores entendam claramente as políticas específicas do provedor, especialmente em relação às cláusulas de rehipotecação de ativos — ou seja, se a instituição de custódia emprestará novamente os ativos dos clientes para obter lucros, ou se armazenará as criptomoedas de cada cliente de forma independente. Este detalhe é crucial para os investidores, pois afeta diretamente o controle real sobre os ativos e o nível de risco assumido.
Carteira quente vs carteira fria: vantagens e desvantagens
O guia também faz uma comparação detalhada entre os dois principais tipos de carteiras. Carteiras quentes, conectadas à internet, oferecem conveniência, mas são mais vulneráveis a ataques de hackers; enquanto carteiras frias, armazenadas offline, oferecem maior segurança, mas, se a chave privada for perdida, o dispositivo for roubado ou ocorrer uma falha de armazenamento, os ativos podem ser irremediavelmente perdidos. A recomendação da SEC é que os investidores avaliem esses riscos de acordo com sua situação pessoal.
Curiosamente, a organização de defesa das criptomoedas “True Bitcoin Fund” (TFTC) fez um comentário irônico: “A mesma instituição que nos anos anteriores quis fechar essa indústria agora está ensinando as pessoas a usá-la.” Isso reflete a complexidade das emoções na comunidade de criptomoedas em relação à mudança de postura regulatória.
O CEO do Digital Ascension Group, Jack Cleaver, deu uma avaliação mais positiva, dizendo que a SEC, ao iluminar potenciais detentores de ativos digitais, está trazendo uma energia positiva para o setor, ajudando a melhorar a conformidade e a proteção dos investidores.
DTCC aprova início da tokenização de ativos, operação prevista para 2026
Logo após a publicação deste guia, veio uma notícia de grande impacto: a Depository Trust & Clearing Corporation (DTCC) recebeu aprovação formal das autoridades regulatórias para iniciar um piloto de tokenização de ativos financeiros.
De acordo com o relatório de 11 de dezembro, a SEC enviou uma “carta de não ação” à DTC, uma subsidiária da DTCC, autorizando o lançamento de novos serviços de tokenização. A DTCC planeja inicialmente tokenizar fundos negociados em bolsa relacionados ao índice Russell 1000, títulos do Tesouro dos EUA e diversos tipos de títulos, em um ambiente controlado, com previsão de abrir oficialmente esses serviços ao mercado na segunda metade de 2026.
O significado dessa aprovação é que a infraestrutura do mercado financeiro tradicional está oficialmente se abrindo para a tecnologia blockchain. No mesmo dia em que anunciou a aprovação da DTCC, Paul Atkins compartilhou sua visão de que o sistema financeiro tradicional está evoluindo em direção ao blockchain, confirmando que essa mudança não é um evento isolado, mas uma ajustamento sistêmico regulatório.
Desde o guia para investidores até o piloto de tokenização de ativos, os sinais emitidos pela SEC em um curto espaço de tempo são claros e contundentes: a tecnologia de criptomoedas e blockchain deixou de ser um objeto de rejeição e está sendo gradualmente integrada ao ecossistema financeiro mainstream.