## Boletim de desempenho do Bitcoin após 11 anos: desempenho avassalador em relação aos metais preciosos
Se considerarmos o ponto de partida em 2015, o Bitcoin(BTC) superou significativamente a valorização do ouro e da prata. No mesmo período, enquanto a prata subiu 405% e o ouro 283%, o BTC registrou uma impressionante valorização de 27.701%. Atualmente, o BTC oscila perto de $90,44K, e analistas apontam que essa performance histórica se deve à característica essencial de limitação de oferta.
O analista Adam Livingston comentou: "Exceto pelos primeiros 6 anos, a diferença de retorno entre o BTC e ativos tradicionais é evidente." Em resposta ao argumento de superioridade de desempenho, uma figura proeminente apoiadora do ouro, Peter Schiff, questiona a linha do tempo comparativa. Schiff afirma que "em um curto período de 4 anos, a vantagem do BTC diminuiu", destacando as mudanças de época.
## Mecanismo de convergência de preços de ativos e dinâmicas de oferta
Matt Gorihel, cofundador da empresa de gestão de patrimônio Orange Horizon Wealth, analisa com base nas características do mercado de commodities: "De modo geral, os preços das commodities tendem a convergir com os custos de produção. A elevação de preços costuma estimular o aumento da oferta, levando a uma nova queda de preços."
Porém, há áreas onde essa lei não se aplica. São ativos com oferta fixa. Gorihel aponta: "Minas de ouro e prata, que estavam operando com prejuízo há um ano, agora são rentáveis com os preços atuais. Por outro lado, o limite de oferta do BTC permanece fixado em 21 milhões de unidades", evidenciando diferenças fundamentais entre esses ativos.
## Cenário de queda do dólar americano impulsionando ativos escassos
Um ponto de atenção no mercado é a rápida queda do índice do dólar(DXY). Segundo Ethan Ralph, apresentador de mídia, o DXY caiu quase 10% até 2025, registrando seu pior desempenho em uma década. O DXY mede a força do dólar frente às principais moedas, como euro, iene, libra esterlina e dólar canadense.
Essa fraqueza do dólar, aliada à política monetária acomodatícia do Fed, pode atuar como catalisador para a valorização de ativos escassos como ouro, prata e BTC. O analista Arthur Hays comenta: "Em um ambiente financeiro inflacionário, tanto ativos físicos quanto digitais funcionam como meios de preservação de valor."
De fato, o ouro atingiu uma máxima histórica de aproximadamente $4.533 por onça em 2025, enquanto a prata alcançou cerca de $80 por onça. Por sua vez, o BTC, em um cenário de enfraquecimento do dólar, mantém uma dinâmica de formação de preço distinta, sustentada pela restrição de oferta e por sua estrutura diferenciada em relação aos ativos tradicionais.
A questão de qual é melhor como reserva de valor — metais preciosos ou Bitcoin — continuará a atrair o interesse dos participantes do mercado, à medida que as características intrínsecas dos ativos, ciclos de mercado e políticas financeiras se entrelaçam de forma complexa.
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## Boletim de desempenho do Bitcoin após 11 anos: desempenho avassalador em relação aos metais preciosos
Se considerarmos o ponto de partida em 2015, o Bitcoin(BTC) superou significativamente a valorização do ouro e da prata. No mesmo período, enquanto a prata subiu 405% e o ouro 283%, o BTC registrou uma impressionante valorização de 27.701%. Atualmente, o BTC oscila perto de $90,44K, e analistas apontam que essa performance histórica se deve à característica essencial de limitação de oferta.
O analista Adam Livingston comentou: "Exceto pelos primeiros 6 anos, a diferença de retorno entre o BTC e ativos tradicionais é evidente." Em resposta ao argumento de superioridade de desempenho, uma figura proeminente apoiadora do ouro, Peter Schiff, questiona a linha do tempo comparativa. Schiff afirma que "em um curto período de 4 anos, a vantagem do BTC diminuiu", destacando as mudanças de época.
## Mecanismo de convergência de preços de ativos e dinâmicas de oferta
Matt Gorihel, cofundador da empresa de gestão de patrimônio Orange Horizon Wealth, analisa com base nas características do mercado de commodities: "De modo geral, os preços das commodities tendem a convergir com os custos de produção. A elevação de preços costuma estimular o aumento da oferta, levando a uma nova queda de preços."
Porém, há áreas onde essa lei não se aplica. São ativos com oferta fixa. Gorihel aponta: "Minas de ouro e prata, que estavam operando com prejuízo há um ano, agora são rentáveis com os preços atuais. Por outro lado, o limite de oferta do BTC permanece fixado em 21 milhões de unidades", evidenciando diferenças fundamentais entre esses ativos.
## Cenário de queda do dólar americano impulsionando ativos escassos
Um ponto de atenção no mercado é a rápida queda do índice do dólar(DXY). Segundo Ethan Ralph, apresentador de mídia, o DXY caiu quase 10% até 2025, registrando seu pior desempenho em uma década. O DXY mede a força do dólar frente às principais moedas, como euro, iene, libra esterlina e dólar canadense.
Essa fraqueza do dólar, aliada à política monetária acomodatícia do Fed, pode atuar como catalisador para a valorização de ativos escassos como ouro, prata e BTC. O analista Arthur Hays comenta: "Em um ambiente financeiro inflacionário, tanto ativos físicos quanto digitais funcionam como meios de preservação de valor."
De fato, o ouro atingiu uma máxima histórica de aproximadamente $4.533 por onça em 2025, enquanto a prata alcançou cerca de $80 por onça. Por sua vez, o BTC, em um cenário de enfraquecimento do dólar, mantém uma dinâmica de formação de preço distinta, sustentada pela restrição de oferta e por sua estrutura diferenciada em relação aos ativos tradicionais.
A questão de qual é melhor como reserva de valor — metais preciosos ou Bitcoin — continuará a atrair o interesse dos participantes do mercado, à medida que as características intrínsecas dos ativos, ciclos de mercado e políticas financeiras se entrelaçam de forma complexa.