Mineração móvel refere-se ao processo de obter recompensas em ativos digitais executando cálculos criptográficos através do processador (CPU) ou acelerador gráfico (GPU) de dispositivos móveis. Ao contrário da mineração tradicional que requer a compra de mineradoras ASIC ou fazendas de placas gráficas, esse método pode começar apenas baixando um aplicativo. Após instalar o software, o telefone começa a processar tarefas de validação na blockchain, e ao concluí-las com sucesso, recebe criptomoedas como recompensa.
Por que a mineração móvel explodiu em 2023-2024
A popularidade da mineração móvel não é por acaso, mas resultado de vários fatores atuando em conjunto. Primeiramente, a configuração e disponibilidade de smartphones de alta performance aumentaram significativamente globalmente, inclusive em países em desenvolvimento. Em segundo lugar, surgiram muitos novos projetos, incluindo Pi Network, Bee Network e Electroneum, que adotaram métodos de participação relativamente simples e acessíveis. Terceiro, a onda de interesse em Web3 e tecnologias descentralizadas fez da mineração móvel uma parte da cultura cripto.
Para muitos iniciantes, a mineração móvel oferece uma entrada de baixo custo — os usuários podem acumular tokens e se familiarizar com o setor sem riscos financeiros significativos.
Como funciona a mineração móvel
O princípio da mineração móvel é semelhante ao de computadores ou mineradoras ASIC especializadas: o dispositivo realiza cálculos matemáticos complexos para resolver problemas criptográficos essenciais para validar transações na blockchain e adicionar novos blocos. Quando o dispositivo resolve o problema, recebe uma parte da recompensa correspondente.
Existem duas principais modalidades:
Modo de mineração local: o telefone usa de fato sua capacidade de CPU para resolver funções hash (exemplo: aplicativo MinerGate)
Modo de simulação ou pseudo-mineração: aplicativos como Pi Network simulam o processo de mineração, distribuindo tokens com base na atividade do usuário e recomendações sociais
Na maioria dos casos, o dispositivo se conecta a um pool de mineração — uma rede composta por vários mineradores que compartilham recursos para aumentar a eficiência. Assim, cada participante recebe uma parcela proporcional à sua contribuição.
O que acontece ao manter o dispositivo minerando continuamente
Quando o telefone realiza mineração, seu processador funciona quase em carga máxima, executando cálculos matemáticos continuamente. Isso aumenta drasticamente o consumo de energia e causa aquecimento rápido do aparelho. Como smartphones modernos geralmente possuem apenas sistemas de resfriamento passivo (sem ventiladores), especialmente em climas quentes ou com capas pesadas, a temperatura interna pode atingir níveis perigosos rapidamente. Isso compromete a estabilidade do sistema e pode acionar mecanismos automáticos de desligamento para proteção.
A bateria é a mais afetada — ciclos frequentes de carga e descarga aceleram sua deterioração. Após meses de mineração contínua, a capacidade da bateria pode diminuir entre 15-30%, reduzindo significativamente a autonomia. Além disso, por ocupar recursos do processador, outros aplicativos ficam mais lentos, páginas carregam devagar, a interface responde com atraso e, em casos extremos, o dispositivo pode travar ou reiniciar.
Adicionalmente, cargas elevadas e temperaturas constantes aceleram o desgaste interno do hardware — placa-mãe, chips de energia e até a tela podem envelhecer mais rápido, especialmente em modelos antigos ou de baixo custo. Alguns aplicativos executam processos ocultos em segundo plano, mesmo com a tela desligada, mantendo o aparelho em carga máxima permanente, aumentando o risco de danos.
Em resumo, a mineração móvel oferece ganhos muito baixos e ainda prejudica o hardware, podendo reduzir a vida útil do dispositivo pela metade.
Avaliação da capacidade de mineração de smartphones modernos
Apesar das limitações evidentes, smartphones com chips de ponta como Snapdragon 8 Gen 2 ou Apple A17 Pro podem oferecer desempenho de CPU relativamente bom para mineração. Ainda assim, os ganhos reais continuam muito baixos — mesmo operando 24 horas por dia, com uma taxa de hash de 1-2 H/s, é possível ganhar apenas alguns cêntimos por dia.
No entanto, para fins de aprendizado, testes ou participação em ecossistemas emergentes, a mineração móvel ainda tem algum valor.
Principais formas de mineração móvel
Mineração por aplicativos: ferramentas como MinerGate, CryptoTab, Electroneum, AntPool Mobile e StormGain Cloud Miner. Algumas realizam cálculos reais, outras apenas oferecem renda por atividades e recompensas.
Mineração na nuvem: essa modalidade não depende do processamento do telefone, mas do aluguel de poder de computação de servidores remotos. StormGain Cloud Miner é um exemplo — o usuário clica uma vez a cada 4 horas para receber recompensas em Bitcoin, sem sobrecarregar o dispositivo. Os saques podem ser enviados para Trust Wallet, MetaMask ou carteiras de exchanges, embora a maioria dos aplicativos tenha limites mínimos de saque (1-10 dólares) e alguns cobrem altas taxas ou tenham longos tempos de espera, além de reclamações frequentes de taxas elevadas.
Principais aplicativos de mineração móvel em 2025
MinerGate Mobile Miner: suporta algoritmos reais, compatível com Monero, Bytecoin, AEON, entre outros
CryptoTab Browser: combina navegador com função de “mineração”, na prática, gera renda principalmente por recompensas de atividades
Pi Network: o projeto de mineração mais popular do mundo, com mais de 50 milhões de usuários
Bee Network: concorrente do Pi, distribui tokens por atividades e convites
StormGain Cloud Miner: oferece mineração de Bitcoin na nuvem, sem sobrecarregar o dispositivo
O desempenho dos aplicativos varia bastante. MinerGate exige smartphones de alta performance, mas oferece mineração real (ainda que limitada); CryptoTab é criticado por baixa renda e mecanismos de pagamento pouco transparentes; Pi Network ainda não abriu negociações públicas, mas já prepara sua entrada em exchanges.
Criptomoedas que podem ser mineradas por telefone
Nem todos os ativos digitais podem ser minerados em smartphones. Os mais comuns incluem:
Monero (XMR): uma das poucas moedas otimizadas para CPU, com algoritmo RandomX que mantém competitividade em dispositivos móveis
Electroneum (ETN): projetada para mineração móvel, foi a primeira a integrar mecanismo de “mineração simulada” em smartphones
Pi Network (PI): não baseada em cálculos reais, distribui tokens por participação na ecologia
Bee Network: alternativa social ao Pi
TON: relacionado ao Telegram, sem mineração móvel direta, mas permite participação via staking ou operação de nós
Verus Coin, DuinoCoin e outros: moedas de CPU menos conhecidas, mas com comunidades ativas
Existe mineração móvel sem investimento?
Esse modelo pressupõe que o usuário não compre hardware nem pague assinaturas ou aluguel de servidores. A renda vem de “cliques na nuvem” ou recompensas por atividades.
Projetos comuns:
Pi Network: clicar diariamente para entrar na rede
Bee Network: clicar e construir “equipes”
StormGain Cloud Miner: atividades diárias para ganhar Bitcoin
Vantagem: risco zero. Desvantagem: ganhos mínimos e alta dependência da estratégia do desenvolvedor a longo prazo.
Dicas práticas para evitar golpes na mineração
Baixe apenas de fontes oficiais (Google Play, App Store), que realizam verificações básicas de malware. Evite baixar APKs de sites desconhecidos ou fóruns — esses arquivos frequentemente contêm vírus ou scripts de roubo de dados.
Antes de instalar, consulte avaliações de usuários e histórico do desenvolvedor. Se um aplicativo promete lucros fáceis, tem baixa avaliação, muitas reclamações de falhas na retirada ou contas bloqueadas, é sinal de risco.
Promessas de altos rendimentos — especialmente envolvendo funções VIP ou de aceleração pagas — geralmente não têm base econômica. Muitos golpes usam esquema de pirâmide: os usuários pagam por funções falsas, enquanto os desenvolvedores lucram de verdade.
Para maior proteção, ative autenticação de dois fatores em todas as carteiras, exchanges e serviços relacionados. Use VPN ao acessar redes Wi-Fi públicas e instale antivírus (especialmente em Android, que tem proteção mais fraca que iOS).
Por fim, mantenha-se vigilante. Qualquer oferta que pareça boa demais para ser verdade provavelmente é. Se prometerem ganhos diários de dezenas de dólares sem investimento, sem explicar o funcionamento ou sem informações claras de saque, evite.
Quanto é possível ganhar com mineração móvel
A maioria dos usuários ganha entre 0,01-0,30 dólares por dia, dependendo do projeto, do dispositivo e do tempo de uso do aplicativo. Por exemplo, um Galaxy S22 Ultra pode minerar cerca de 0,0004 XMR por dia na MinerGate, o que equivale a aproximadamente 0,08 dólares em julho de 2025. Projetos como Pi ou Bee ainda não têm negociação pública, portanto, não há valor fixo, mas, se o mercado decolar, o preço do Pi pode variar entre 1-10 dólares, tornando a participação potencialmente lucrativa.
Principais riscos da mineração móvel
Desgaste acelerado do hardware: uso contínuo em alta carga reduz a vida útil da bateria em 30-50%
Superaquecimento: especialmente no verão ou em dispositivos de baixa qualidade
Ameaças à segurança: alguns aplicativos roubam dados, executam mineração oculta ou instalam malware
Fraudes financeiras: dezenas de aplicativos falsos prometem ganhos rápidos, mas nunca pagam
Para proteger-se ao tentar minerar em movimento, seja cauteloso e crítico.
Vale a pena tentar mineração móvel em 2025?
Iniciantes: podem experimentar, como forma de entender o universo cripto sem custos. Usuários experientes: não recomendável, pois os ganhos são mínimos e os riscos (desgaste do dispositivo, golpes) altos.
Sugestões:
Escolha aplicativos confiáveis
Use smartphones antigos ou secundários
Comece com projetos sem investimento
Acompanhe feedback de usuários e novidades oficiais
Perguntas frequentes
Mineração móvel realmente dá dinheiro?
Sim, mas com ganhos muito baixos. Usuários podem ganhar alguns centavos a alguns dólares por mês, dependendo do dispositivo, do aplicativo e do tempo de atividade. É mais uma experiência de entrada do que uma fonte de renda estável.
Qual o aplicativo de mineração móvel mais confiável?
MinerGate, CryptoTab, StormGain Cloud Miner, Pi Network e Bee Network são os mais conhecidos e confiáveis. Mas nenhum garante altos retornos. Sempre verifique avaliações, condições de saque e reputação do desenvolvedor.
É seguro instalar aplicativos de mineração?
Depende da origem e do próprio app. Instale apenas de lojas oficiais, leia avaliações e não conceda permissões excessivas. Alguns aplicativos fraudulentos roubam informações ou iniciam mineração oculta.
Quais moedas podem ser mineradas em smartphones?
Principalmente Monero (XMR), Electroneum (ETN), Pi Network (PI), Bee Network, DuinoCoin, além de participar de mineração na nuvem de plataformas como StormGain. Criptomoedas maiores como Bitcoin e Ethereum não podem ser mineradas diretamente devido à alta dificuldade.
Preciso investir dinheiro na mineração?
Não. A maioria dos projetos populares oferece opções de mineração sem investimento. Contudo, alguns aplicativos têm funções pagas ou VIPs que prometem acelerar ganhos. Seja cauteloso — esses planos nem sempre são justos e podem ser golpes.
Mineração prejudica o telefone?
Sim, especialmente com uso prolongado. Alta carga contínua causa superaquecimento, queda rápida da bateria e diminuição da vida útil. Se desejar tentar, prefira usar aparelhos antigos ou de reserva.
Posso sacar as criptomoedas mineradas?
Sim, dependendo da plataforma. Algumas têm limites mínimos de saque e cobram taxas. MinerGate e CryptoTab permitem saques para carteiras, enquanto Pi Network, por ainda estar em fase inicial, não possui sistema completo de saque atualmente.
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Mineração móvel em 2025: guia completo e avaliação prática
O que é mineração móvel
Mineração móvel refere-se ao processo de obter recompensas em ativos digitais executando cálculos criptográficos através do processador (CPU) ou acelerador gráfico (GPU) de dispositivos móveis. Ao contrário da mineração tradicional que requer a compra de mineradoras ASIC ou fazendas de placas gráficas, esse método pode começar apenas baixando um aplicativo. Após instalar o software, o telefone começa a processar tarefas de validação na blockchain, e ao concluí-las com sucesso, recebe criptomoedas como recompensa.
Por que a mineração móvel explodiu em 2023-2024
A popularidade da mineração móvel não é por acaso, mas resultado de vários fatores atuando em conjunto. Primeiramente, a configuração e disponibilidade de smartphones de alta performance aumentaram significativamente globalmente, inclusive em países em desenvolvimento. Em segundo lugar, surgiram muitos novos projetos, incluindo Pi Network, Bee Network e Electroneum, que adotaram métodos de participação relativamente simples e acessíveis. Terceiro, a onda de interesse em Web3 e tecnologias descentralizadas fez da mineração móvel uma parte da cultura cripto.
Para muitos iniciantes, a mineração móvel oferece uma entrada de baixo custo — os usuários podem acumular tokens e se familiarizar com o setor sem riscos financeiros significativos.
Como funciona a mineração móvel
O princípio da mineração móvel é semelhante ao de computadores ou mineradoras ASIC especializadas: o dispositivo realiza cálculos matemáticos complexos para resolver problemas criptográficos essenciais para validar transações na blockchain e adicionar novos blocos. Quando o dispositivo resolve o problema, recebe uma parte da recompensa correspondente.
Existem duas principais modalidades:
Modo de mineração local: o telefone usa de fato sua capacidade de CPU para resolver funções hash (exemplo: aplicativo MinerGate)
Modo de simulação ou pseudo-mineração: aplicativos como Pi Network simulam o processo de mineração, distribuindo tokens com base na atividade do usuário e recomendações sociais
Na maioria dos casos, o dispositivo se conecta a um pool de mineração — uma rede composta por vários mineradores que compartilham recursos para aumentar a eficiência. Assim, cada participante recebe uma parcela proporcional à sua contribuição.
O que acontece ao manter o dispositivo minerando continuamente
Quando o telefone realiza mineração, seu processador funciona quase em carga máxima, executando cálculos matemáticos continuamente. Isso aumenta drasticamente o consumo de energia e causa aquecimento rápido do aparelho. Como smartphones modernos geralmente possuem apenas sistemas de resfriamento passivo (sem ventiladores), especialmente em climas quentes ou com capas pesadas, a temperatura interna pode atingir níveis perigosos rapidamente. Isso compromete a estabilidade do sistema e pode acionar mecanismos automáticos de desligamento para proteção.
A bateria é a mais afetada — ciclos frequentes de carga e descarga aceleram sua deterioração. Após meses de mineração contínua, a capacidade da bateria pode diminuir entre 15-30%, reduzindo significativamente a autonomia. Além disso, por ocupar recursos do processador, outros aplicativos ficam mais lentos, páginas carregam devagar, a interface responde com atraso e, em casos extremos, o dispositivo pode travar ou reiniciar.
Adicionalmente, cargas elevadas e temperaturas constantes aceleram o desgaste interno do hardware — placa-mãe, chips de energia e até a tela podem envelhecer mais rápido, especialmente em modelos antigos ou de baixo custo. Alguns aplicativos executam processos ocultos em segundo plano, mesmo com a tela desligada, mantendo o aparelho em carga máxima permanente, aumentando o risco de danos.
Em resumo, a mineração móvel oferece ganhos muito baixos e ainda prejudica o hardware, podendo reduzir a vida útil do dispositivo pela metade.
Avaliação da capacidade de mineração de smartphones modernos
Apesar das limitações evidentes, smartphones com chips de ponta como Snapdragon 8 Gen 2 ou Apple A17 Pro podem oferecer desempenho de CPU relativamente bom para mineração. Ainda assim, os ganhos reais continuam muito baixos — mesmo operando 24 horas por dia, com uma taxa de hash de 1-2 H/s, é possível ganhar apenas alguns cêntimos por dia.
No entanto, para fins de aprendizado, testes ou participação em ecossistemas emergentes, a mineração móvel ainda tem algum valor.
Principais formas de mineração móvel
Mineração por aplicativos: ferramentas como MinerGate, CryptoTab, Electroneum, AntPool Mobile e StormGain Cloud Miner. Algumas realizam cálculos reais, outras apenas oferecem renda por atividades e recompensas.
Mineração na nuvem: essa modalidade não depende do processamento do telefone, mas do aluguel de poder de computação de servidores remotos. StormGain Cloud Miner é um exemplo — o usuário clica uma vez a cada 4 horas para receber recompensas em Bitcoin, sem sobrecarregar o dispositivo. Os saques podem ser enviados para Trust Wallet, MetaMask ou carteiras de exchanges, embora a maioria dos aplicativos tenha limites mínimos de saque (1-10 dólares) e alguns cobrem altas taxas ou tenham longos tempos de espera, além de reclamações frequentes de taxas elevadas.
Principais aplicativos de mineração móvel em 2025
O desempenho dos aplicativos varia bastante. MinerGate exige smartphones de alta performance, mas oferece mineração real (ainda que limitada); CryptoTab é criticado por baixa renda e mecanismos de pagamento pouco transparentes; Pi Network ainda não abriu negociações públicas, mas já prepara sua entrada em exchanges.
Criptomoedas que podem ser mineradas por telefone
Nem todos os ativos digitais podem ser minerados em smartphones. Os mais comuns incluem:
Existe mineração móvel sem investimento?
Esse modelo pressupõe que o usuário não compre hardware nem pague assinaturas ou aluguel de servidores. A renda vem de “cliques na nuvem” ou recompensas por atividades.
Projetos comuns:
Vantagem: risco zero. Desvantagem: ganhos mínimos e alta dependência da estratégia do desenvolvedor a longo prazo.
Dicas práticas para evitar golpes na mineração
Baixe apenas de fontes oficiais (Google Play, App Store), que realizam verificações básicas de malware. Evite baixar APKs de sites desconhecidos ou fóruns — esses arquivos frequentemente contêm vírus ou scripts de roubo de dados.
Antes de instalar, consulte avaliações de usuários e histórico do desenvolvedor. Se um aplicativo promete lucros fáceis, tem baixa avaliação, muitas reclamações de falhas na retirada ou contas bloqueadas, é sinal de risco.
Promessas de altos rendimentos — especialmente envolvendo funções VIP ou de aceleração pagas — geralmente não têm base econômica. Muitos golpes usam esquema de pirâmide: os usuários pagam por funções falsas, enquanto os desenvolvedores lucram de verdade.
Para maior proteção, ative autenticação de dois fatores em todas as carteiras, exchanges e serviços relacionados. Use VPN ao acessar redes Wi-Fi públicas e instale antivírus (especialmente em Android, que tem proteção mais fraca que iOS).
Por fim, mantenha-se vigilante. Qualquer oferta que pareça boa demais para ser verdade provavelmente é. Se prometerem ganhos diários de dezenas de dólares sem investimento, sem explicar o funcionamento ou sem informações claras de saque, evite.
Quanto é possível ganhar com mineração móvel
A maioria dos usuários ganha entre 0,01-0,30 dólares por dia, dependendo do projeto, do dispositivo e do tempo de uso do aplicativo. Por exemplo, um Galaxy S22 Ultra pode minerar cerca de 0,0004 XMR por dia na MinerGate, o que equivale a aproximadamente 0,08 dólares em julho de 2025. Projetos como Pi ou Bee ainda não têm negociação pública, portanto, não há valor fixo, mas, se o mercado decolar, o preço do Pi pode variar entre 1-10 dólares, tornando a participação potencialmente lucrativa.
Principais riscos da mineração móvel
Para proteger-se ao tentar minerar em movimento, seja cauteloso e crítico.
Vale a pena tentar mineração móvel em 2025?
Iniciantes: podem experimentar, como forma de entender o universo cripto sem custos. Usuários experientes: não recomendável, pois os ganhos são mínimos e os riscos (desgaste do dispositivo, golpes) altos.
Sugestões:
Perguntas frequentes
Mineração móvel realmente dá dinheiro?
Sim, mas com ganhos muito baixos. Usuários podem ganhar alguns centavos a alguns dólares por mês, dependendo do dispositivo, do aplicativo e do tempo de atividade. É mais uma experiência de entrada do que uma fonte de renda estável.
Qual o aplicativo de mineração móvel mais confiável?
MinerGate, CryptoTab, StormGain Cloud Miner, Pi Network e Bee Network são os mais conhecidos e confiáveis. Mas nenhum garante altos retornos. Sempre verifique avaliações, condições de saque e reputação do desenvolvedor.
É seguro instalar aplicativos de mineração?
Depende da origem e do próprio app. Instale apenas de lojas oficiais, leia avaliações e não conceda permissões excessivas. Alguns aplicativos fraudulentos roubam informações ou iniciam mineração oculta.
Quais moedas podem ser mineradas em smartphones?
Principalmente Monero (XMR), Electroneum (ETN), Pi Network (PI), Bee Network, DuinoCoin, além de participar de mineração na nuvem de plataformas como StormGain. Criptomoedas maiores como Bitcoin e Ethereum não podem ser mineradas diretamente devido à alta dificuldade.
Preciso investir dinheiro na mineração?
Não. A maioria dos projetos populares oferece opções de mineração sem investimento. Contudo, alguns aplicativos têm funções pagas ou VIPs que prometem acelerar ganhos. Seja cauteloso — esses planos nem sempre são justos e podem ser golpes.
Mineração prejudica o telefone?
Sim, especialmente com uso prolongado. Alta carga contínua causa superaquecimento, queda rápida da bateria e diminuição da vida útil. Se desejar tentar, prefira usar aparelhos antigos ou de reserva.
Posso sacar as criptomoedas mineradas?
Sim, dependendo da plataforma. Algumas têm limites mínimos de saque e cobram taxas. MinerGate e CryptoTab permitem saques para carteiras, enquanto Pi Network, por ainda estar em fase inicial, não possui sistema completo de saque atualmente.