Globalmente, as 10 feministas mais radicais (a classificação na China vai surpreender-te)
1. **Coreia do Sul** (sem dúvida, a primeira) O campo de experiência mais famoso do feminismo radical contemporâneo. Movimento 4B (não casar, não ter filhos, não namorar, não ter sexo) → 6B4T → Cultura extremada de Womad/Megalia → Aplicação extrema da lei anti-pornografia → Teorias da conspiração de que o presidente estaria sob controlo das “Oito Deidades Femininas do Feminismo”. Os jovens homens na Coreia sentem a maior reação negativa, levando à polarização política de género mais acentuada do mundo. Taxa de natalidade cerca de 0,7, parcialmente atribuída à influência do feminismo radical.
2. **China** (maior volume de feminismo radical online) Grupos de “feministas radicais” / “Feminismo de punho de ferro” com uma densidade extremamente alta de discursos extremados em plataformas como Douban, Xiaohongshu, etc. Altamente influenciadas pelo movimento 4B/6B4T da Coreia, surgem muitos praticantes do “6 não” + discursos extremados de misoginia. Sob repressão oficial, passaram a atuar de forma underground/escura, mas a intensidade da guerra online é uma das maiores do mundo.
3. **Reino Unido** (base do TERF / crítica de género) J.K. Rowling, For Women Scotland, Posie Parker tornaram-se símbolos globais de crítica de género (gender-critical). O Reino Unido é atualmente o único país ocidental a tornar algumas opiniões TERF parcialmente mainstream (com decisões judiciais que reconhecem a prioridade do sexo biológico). O feminismo radical aqui está completamente dividido com a esquerda progressista dominante.
4. **EUA** (local de origem histórica + divisão contemporânea grave) Berço do feminismo radical clássico (Dworkin, MacKinnon). Atualmente dividido em: - Feminismo liberal/interseccional (inclui queer/trans) - Residual TERF/separatista radical (WoLF, etc.) Na era Trump 2.0, algumas feministas radicais até adotam tendências “aceleracionistas”.
5. **Espanha** (feminismo radical mais violento/dramatizado nas ruas) A coletânea “Lastesis” com a peça “Os principais culpados pelo nosso estupro são vocês” conquistou o mundo. Movimento verde (onda de aborto verde) + protestos massivos nas ruas em 8 de março + protestos nus. Leis altamente protetoras das mulheres (apenas crimes de violência de género unilaterais femininos), sendo considerada por muitos como o “país mais feminista do mundo”.
6. **França** Possui tanto o feminismo radical “clássico” (contra pornografia, contra prostituição, abolição) quanto o feminismo “pós-moderno/queer” mais forte. A guerra civil feminista na França é intensa, com a versão francesa do #MeToo a ser particularmente agressiva.
7. **Islândia** (a tradição mais radical de ações coletivas na história) Greve geral de mulheres em 1975 (90% das mulheres não trabalharam), ainda hoje considerada um dos exemplos mais clássicos do feminismo mundial. Apesar de ter se mainstreamizado nos últimos anos, a tradição radical ainda persiste (múltiplas greves femininas).
8. **Irã** (feminismo de resistência mais radical forçada) Após o movimento “Woman, Life, Freedom”, as mulheres iranianas tornaram-se uma das formas mais extremas, perigosas e sacrificiais de feminismo contemporâneo. Queimadas de hijabs, protestos suicidas, etc.
9. **Argentina/Chile** (representantes do feminismo radical na América Latina) Origem do movimento verde + grandes protestos de rua verdes + performances artísticas anti-patriarcais/anti-violência sexual. O feminismo na América Latina tende a seguir uma linha “descolonizadora + anti-imperialista + de violência de rua”, sendo bastante radical.
10. **Suécia / Norte da Europa em geral** (antiga vanguarda do feminismo radical, agora parcialmente invertida) Origem do mais radical movimento anti-pornografia (Modelo Nórdico). Mas atualmente, o feminismo mainstream está altamente institucionalizado, enquanto os radicais estão marginalizados ou até se voltando contra o género.
**Resumo em uma frase**: Se perguntas “qual país tem mais potencial para levar o feminismo radical a uma ruptura social/colapso da natalidade/polarização política de género” → **Coreia do Sul e China** lideram de longe (a Coreia mais extrema, a China com maior volume). Se perguntas pelo feminismo radical clássico ocidental (teoria anti-patriarcal + separatismo) → **Reino Unido, EUA + Norte da Europa** continuam sendo os centros teóricos, mas na prática, já não são tão influentes quanto a Ásia Oriental e a América Latina.
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Globalmente, as 10 feministas mais radicais (a classificação na China vai surpreender-te)
1. **Coreia do Sul** (sem dúvida, a primeira)
O campo de experiência mais famoso do feminismo radical contemporâneo. Movimento 4B (não casar, não ter filhos, não namorar, não ter sexo) → 6B4T → Cultura extremada de Womad/Megalia → Aplicação extrema da lei anti-pornografia → Teorias da conspiração de que o presidente estaria sob controlo das “Oito Deidades Femininas do Feminismo”. Os jovens homens na Coreia sentem a maior reação negativa, levando à polarização política de género mais acentuada do mundo. Taxa de natalidade cerca de 0,7, parcialmente atribuída à influência do feminismo radical.
2. **China** (maior volume de feminismo radical online)
Grupos de “feministas radicais” / “Feminismo de punho de ferro” com uma densidade extremamente alta de discursos extremados em plataformas como Douban, Xiaohongshu, etc. Altamente influenciadas pelo movimento 4B/6B4T da Coreia, surgem muitos praticantes do “6 não” + discursos extremados de misoginia. Sob repressão oficial, passaram a atuar de forma underground/escura, mas a intensidade da guerra online é uma das maiores do mundo.
3. **Reino Unido** (base do TERF / crítica de género)
J.K. Rowling, For Women Scotland, Posie Parker tornaram-se símbolos globais de crítica de género (gender-critical). O Reino Unido é atualmente o único país ocidental a tornar algumas opiniões TERF parcialmente mainstream (com decisões judiciais que reconhecem a prioridade do sexo biológico). O feminismo radical aqui está completamente dividido com a esquerda progressista dominante.
4. **EUA** (local de origem histórica + divisão contemporânea grave)
Berço do feminismo radical clássico (Dworkin, MacKinnon). Atualmente dividido em:
- Feminismo liberal/interseccional (inclui queer/trans)
- Residual TERF/separatista radical (WoLF, etc.)
Na era Trump 2.0, algumas feministas radicais até adotam tendências “aceleracionistas”.
5. **Espanha** (feminismo radical mais violento/dramatizado nas ruas)
A coletânea “Lastesis” com a peça “Os principais culpados pelo nosso estupro são vocês” conquistou o mundo. Movimento verde (onda de aborto verde) + protestos massivos nas ruas em 8 de março + protestos nus. Leis altamente protetoras das mulheres (apenas crimes de violência de género unilaterais femininos), sendo considerada por muitos como o “país mais feminista do mundo”.
6. **França**
Possui tanto o feminismo radical “clássico” (contra pornografia, contra prostituição, abolição) quanto o feminismo “pós-moderno/queer” mais forte. A guerra civil feminista na França é intensa, com a versão francesa do #MeToo a ser particularmente agressiva.
7. **Islândia** (a tradição mais radical de ações coletivas na história)
Greve geral de mulheres em 1975 (90% das mulheres não trabalharam), ainda hoje considerada um dos exemplos mais clássicos do feminismo mundial. Apesar de ter se mainstreamizado nos últimos anos, a tradição radical ainda persiste (múltiplas greves femininas).
8. **Irã** (feminismo de resistência mais radical forçada)
Após o movimento “Woman, Life, Freedom”, as mulheres iranianas tornaram-se uma das formas mais extremas, perigosas e sacrificiais de feminismo contemporâneo. Queimadas de hijabs, protestos suicidas, etc.
9. **Argentina/Chile** (representantes do feminismo radical na América Latina)
Origem do movimento verde + grandes protestos de rua verdes + performances artísticas anti-patriarcais/anti-violência sexual. O feminismo na América Latina tende a seguir uma linha “descolonizadora + anti-imperialista + de violência de rua”, sendo bastante radical.
10. **Suécia / Norte da Europa em geral** (antiga vanguarda do feminismo radical, agora parcialmente invertida)
Origem do mais radical movimento anti-pornografia (Modelo Nórdico). Mas atualmente, o feminismo mainstream está altamente institucionalizado, enquanto os radicais estão marginalizados ou até se voltando contra o género.
**Resumo em uma frase**:
Se perguntas “qual país tem mais potencial para levar o feminismo radical a uma ruptura social/colapso da natalidade/polarização política de género” → **Coreia do Sul e China** lideram de longe (a Coreia mais extrema, a China com maior volume).
Se perguntas pelo feminismo radical clássico ocidental (teoria anti-patriarcal + separatismo) → **Reino Unido, EUA + Norte da Europa** continuam sendo os centros teóricos, mas na prática, já não são tão influentes quanto a Ásia Oriental e a América Latina.