Este ano, o panorama do mercado está a passar por uma mudança qualitativa. A IA e os modelos de big data tornaram-se os motores centrais da investigação e investimento das instituições, capazes de analisar em tempo real as oscilações do sentimento do mercado e captar oportunidades de temas que você não consegue entender. Essa assimetria de informação cria uma situação embaraçosa — as instituições fazem movimentos precisos na sombra, enquanto os investidores comuns seguem passivamente na luz.
Ainda mais doloroso, o efeito Mateus, onde os vencedores continuam a vencer, torna-se cada vez mais evidente. As instituições evitam deliberadamente os setores com grande peso dos investidores de retalho, concentrando-se naqueles que requerem análise profunda de dados para serem compreendidos. Quando os investidores de retalho finalmente são atraídos pelos aumentos e entram em grande escala, as instituições já estão preparadas para vender e trocar de posição. Isto não é um fenómeno isolado, mas a norma atual do mercado.
Da era dos fundos de investimento especulativos à era da quantificação, e agora à era da inteligência artificial, as dimensões da competição no mercado estão a evoluir continuamente. As instituições que dominam dados e algoritmos têm, na prática, a chave do mercado nas mãos.
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Este ano, o panorama do mercado está a passar por uma mudança qualitativa. A IA e os modelos de big data tornaram-se os motores centrais da investigação e investimento das instituições, capazes de analisar em tempo real as oscilações do sentimento do mercado e captar oportunidades de temas que você não consegue entender. Essa assimetria de informação cria uma situação embaraçosa — as instituições fazem movimentos precisos na sombra, enquanto os investidores comuns seguem passivamente na luz.
Ainda mais doloroso, o efeito Mateus, onde os vencedores continuam a vencer, torna-se cada vez mais evidente. As instituições evitam deliberadamente os setores com grande peso dos investidores de retalho, concentrando-se naqueles que requerem análise profunda de dados para serem compreendidos. Quando os investidores de retalho finalmente são atraídos pelos aumentos e entram em grande escala, as instituições já estão preparadas para vender e trocar de posição. Isto não é um fenómeno isolado, mas a norma atual do mercado.
Da era dos fundos de investimento especulativos à era da quantificação, e agora à era da inteligência artificial, as dimensões da competição no mercado estão a evoluir continuamente. As instituições que dominam dados e algoritmos têm, na prática, a chave do mercado nas mãos.