#钱包安全风险与防护 2025年, essa foi a minha reflexão sobre inúmeros casos de carteiras roubadas. Desde o roubo de 14 bilhões de dólares na Bybit no início do ano, toda a indústria tem sido como um sino de alerta constante. Esses incidentes parecem distantes de nós, mas ao pensar bem, a lógica do risco é a mesma.
Quando uma exchange enfrenta problemas, nossos ativos na cadeia também podem não estar seguros. Isso não é alarmismo — risco operacional, risco de custódia, risco de contraparte, esses termos deixaram de ser apenas jargões de whitepapers e se tornaram verdadeiros assassinos financeiros. Vi muitas pessoas guardando suas moedas em carteiras pequenas, usando métodos de gerenciamento de chaves privadas de há dez anos, ou armazenando frases de recuperação na nuvem. Quando os hackers se tornam cada vez mais profissionais, nossa mentalidade de proteção ainda fica presa a cinco anos atrás.
O que mais me alertou em 2025 foi o rápido crescimento do acesso ao mercado, mas a restrição de riscos não acompanhou esse ritmo. Aprovação de ETPs, a financeiraização de stablecoins, a entrada de fundos institucionais — tudo isso parece positivo, mas o risco sistêmico subjacente, de reflexividade, na verdade, foi amplificado. A queda do Bitcoin em outubro, de 12,5 mil dólares para um colapso de 190 bilhões de dólares em liquidações, é uma prova disso.
Por isso, minha recomendação é bem direta: invista em carteiras de hardware, aprenda a usar carteiras multi-assinatura, revise periodicamente a distribuição dos seus ativos. Não coloque todas as suas fichas em uma única exchange ou endereço de carteira. Pode parecer trabalhoso, mas em comparação a perder anos de acumulação, essa preocupação vale a pena.
Para sobreviver nesse setor por mais tempo, é preciso ter uma mentalidade de "estar sempre preparado para fugir".
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#钱包安全风险与防护 2025年, essa foi a minha reflexão sobre inúmeros casos de carteiras roubadas. Desde o roubo de 14 bilhões de dólares na Bybit no início do ano, toda a indústria tem sido como um sino de alerta constante. Esses incidentes parecem distantes de nós, mas ao pensar bem, a lógica do risco é a mesma.
Quando uma exchange enfrenta problemas, nossos ativos na cadeia também podem não estar seguros. Isso não é alarmismo — risco operacional, risco de custódia, risco de contraparte, esses termos deixaram de ser apenas jargões de whitepapers e se tornaram verdadeiros assassinos financeiros. Vi muitas pessoas guardando suas moedas em carteiras pequenas, usando métodos de gerenciamento de chaves privadas de há dez anos, ou armazenando frases de recuperação na nuvem. Quando os hackers se tornam cada vez mais profissionais, nossa mentalidade de proteção ainda fica presa a cinco anos atrás.
O que mais me alertou em 2025 foi o rápido crescimento do acesso ao mercado, mas a restrição de riscos não acompanhou esse ritmo. Aprovação de ETPs, a financeiraização de stablecoins, a entrada de fundos institucionais — tudo isso parece positivo, mas o risco sistêmico subjacente, de reflexividade, na verdade, foi amplificado. A queda do Bitcoin em outubro, de 12,5 mil dólares para um colapso de 190 bilhões de dólares em liquidações, é uma prova disso.
Por isso, minha recomendação é bem direta: invista em carteiras de hardware, aprenda a usar carteiras multi-assinatura, revise periodicamente a distribuição dos seus ativos. Não coloque todas as suas fichas em uma única exchange ou endereço de carteira. Pode parecer trabalhoso, mas em comparação a perder anos de acumulação, essa preocupação vale a pena.
Para sobreviver nesse setor por mais tempo, é preciso ter uma mentalidade de "estar sempre preparado para fugir".