Grandes nomes como BNY Mellon, que são veteranos, não se apressaram a lançar moedas ou a seguir a onda Web3, mas fizeram algo mais prático: mover o dinheiro das contas bancárias para a blockchain.
Um resumo: a BNY Mellon é um dos maiores bancos de custódia de ativos do mundo, embora os investidores individuais pouco a conheçam, ela é fundamental para bolsas, fundos e sistemas de liquidação.
Não se trata de uma stablecoin ou de uma tentativa de reformar o sistema bancário. Seu dinheiro ainda está na BNY Mellon, com regulamentação, juros e permissões de conta mantidos como sempre, só que na última etapa — transferências, liquidações e garantias — agora operando na blockchain.
Por quê? As dores das instituições financeiras são bem claras:
Precisa fazer fila para garantir margem; a liquidação entre sistemas é naturalmente lenta; e nos fins de semana ou à noite, tudo para.
As vantagens da blockchain são duas palavras: 24/7.
Quem já usa mostra que isso não é brincadeira:
ICE (o grupo por trás da Bolsa de Nova York), Citadel, DRW — grandes traders de alta frequência e formadores de mercado —, além de Circle, Ripple, Galaxy — players que atuam profundamente na blockchain. Não é uma simples prova de conceito, é uma infraestrutura preparada para volumes de transações realmente altos.
Um detalhe técnico especialmente interessante: esses depósitos na blockchain são programáveis.
O que isso quer dizer? Quando as condições são atendidas, o dinheiro transfere-se automaticamente; quando a dívida é quitada, a garantia é devolvida automaticamente. Todo o sistema funciona sem intervenção humana, de forma autônoma.
Depois de tudo isso, o panorama já ficou claro:
Não é uma história de bancos contra blockchain, mas sim de o sistema financeiro tradicional começar a reaproveitar as ferramentas de criptografia do mundo digital, desmontando e reconstruindo processos que eram lentos, complexos e propensos a travar.
Como chamar isso? Integração.
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CryptoHistoryClass
· 01-12 03:34
lol espera, então a BNY está literalmente apenas... fazendo o que temos pedido desde 2011? dinheiro programável em funcionamento, sem drama, apenas infraestrutura... a história a repetir-se de verdade
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TxFailed
· 01-11 22:36
não, isto é na verdade o movimento que ninguém esperava. as instituições finalmente perceberam que não precisam de lutar contra a cadeia, basta... usá-la. depósitos programáveis têm um impacto diferente quando estás a gerir biliões, na minha opinião.
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RugResistant
· 01-11 18:45
analisado minuciosamente, mas espera—depósitos programáveis parecem limpos na teoria, precisam de uma auditoria mais aprofundada na camada de contratos inteligentes, para ser honesto. sinais de alerta detectados se não estiverem a publicar detalhes completos de implementação.
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IfIWereOnChain
· 01-10 22:41
Caramba, esta é a verdadeira jogada, não dá para comparar com aqueles projetos que só gritam por aí
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CryptoCrazyGF
· 01-10 06:40
Ai, esta é a jogada certa, não emitir tokens e ainda assim ganhar muito
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ForkTongue
· 01-10 06:38
De novo, é o banco tradicional a brincar com blockchain, desta vez sem fazer propaganda, apenas fazer o trabalho mesmo, até que faz sentido
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MidsommarWallet
· 01-10 06:37
Ai, isto é que é mesmo a sério, não são aquelas jogadas de emitir tokens para cortar cebolas.
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just_vibin_onchain
· 01-10 06:36
Mesmo, esta é a forma de agir dos grandes mestres, sem exibir nem vangloriar, apenas fazer acontecer
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QuorumVoter
· 01-10 06:33
Espera aí, ICE e Citadel estão a usar? Isto já não é só uma prova de conceito.
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GasFeeCrier
· 01-10 06:13
Porra, a BNY realmente entendeu a jogada desta vez, sem fazer alarde, indo direto ao ponto.
#美国非农就业数据未达市场预期 Esta história ainda promete bastante.
Grandes nomes como BNY Mellon, que são veteranos, não se apressaram a lançar moedas ou a seguir a onda Web3, mas fizeram algo mais prático: mover o dinheiro das contas bancárias para a blockchain.
Um resumo: a BNY Mellon é um dos maiores bancos de custódia de ativos do mundo, embora os investidores individuais pouco a conheçam, ela é fundamental para bolsas, fundos e sistemas de liquidação.
Não se trata de uma stablecoin ou de uma tentativa de reformar o sistema bancário. Seu dinheiro ainda está na BNY Mellon, com regulamentação, juros e permissões de conta mantidos como sempre, só que na última etapa — transferências, liquidações e garantias — agora operando na blockchain.
Por quê? As dores das instituições financeiras são bem claras:
Precisa fazer fila para garantir margem; a liquidação entre sistemas é naturalmente lenta; e nos fins de semana ou à noite, tudo para.
As vantagens da blockchain são duas palavras: 24/7.
Quem já usa mostra que isso não é brincadeira:
ICE (o grupo por trás da Bolsa de Nova York), Citadel, DRW — grandes traders de alta frequência e formadores de mercado —, além de Circle, Ripple, Galaxy — players que atuam profundamente na blockchain. Não é uma simples prova de conceito, é uma infraestrutura preparada para volumes de transações realmente altos.
Um detalhe técnico especialmente interessante: esses depósitos na blockchain são programáveis.
O que isso quer dizer? Quando as condições são atendidas, o dinheiro transfere-se automaticamente; quando a dívida é quitada, a garantia é devolvida automaticamente. Todo o sistema funciona sem intervenção humana, de forma autônoma.
Depois de tudo isso, o panorama já ficou claro:
Não é uma história de bancos contra blockchain, mas sim de o sistema financeiro tradicional começar a reaproveitar as ferramentas de criptografia do mundo digital, desmontando e reconstruindo processos que eram lentos, complexos e propensos a travar.
Como chamar isso? Integração.