Segundo dados estatísticos, Q2-Q3 consecutivos, a produtividade não agrícola anualizada cresceu entre 4.5-4.9%, um nível próximo ao período da bolha da internet. Parece impressionante, mas ao olhar mais de perto, o salário real caiu entre 0.2-2.2% — essa é a disfunção mais extrema desde 1997, sendo que apenas durante a pandemia de 2020 foi mais exagerada.
Lógica indica que, com o aumento da produtividade, a produção por hora deveria crescer mais. Os lucros das empresas aumentaram, então deveriam compartilhar parte dos resultados com os funcionários, certo? Caso contrário, por que aceitar novas tecnologias? Mas a realidade deu uma bofetada: a margem de lucro das empresas atingiu um recorde de 20%, enquanto o custo unitário do trabalho caiu 1.9%, e os trabalhadores continuam recebendo salários reais reduzidos. Essa "economia" de 13 pontos percentuais (queda de 9 pontos na participação do trabalho + redução de 4 pontos nos custos de juros) quase toda foi para os bolsos dos acionistas.
No mercado, as discussões mais acaloradas envolvem duas correntes:
Os otimistas dizem que o bônus de produtividade da IA ainda não se refletiu nos salários, e que isso levará tempo, como na "recuperação sem emprego" do início dos anos 1990, que acabou levando à prosperidade. Mas os pessimistas não concordam — isso não é prosperidade, é uma aceleração da exploração. A IA permitirá que as empresas cortem 1,2 milhão de empregos em 2025, mantendo a produção, enquanto a capacidade de barganha dos trabalhadores será completamente esmagada.
Olhe para os dados históricos, e os argumentos dos pessimistas parecem mais sólidos: de 1995 a 2023, esse "desacoplamento" já fez os trabalhadores perderem entre 3-5% de sua renda vitalícia. Será que desta vez é realmente diferente?
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2025年最扎眼的经济怪象:生产率在飞,工资在跌。
Segundo dados estatísticos, Q2-Q3 consecutivos, a produtividade não agrícola anualizada cresceu entre 4.5-4.9%, um nível próximo ao período da bolha da internet. Parece impressionante, mas ao olhar mais de perto, o salário real caiu entre 0.2-2.2% — essa é a disfunção mais extrema desde 1997, sendo que apenas durante a pandemia de 2020 foi mais exagerada.
Lógica indica que, com o aumento da produtividade, a produção por hora deveria crescer mais. Os lucros das empresas aumentaram, então deveriam compartilhar parte dos resultados com os funcionários, certo? Caso contrário, por que aceitar novas tecnologias? Mas a realidade deu uma bofetada: a margem de lucro das empresas atingiu um recorde de 20%, enquanto o custo unitário do trabalho caiu 1.9%, e os trabalhadores continuam recebendo salários reais reduzidos. Essa "economia" de 13 pontos percentuais (queda de 9 pontos na participação do trabalho + redução de 4 pontos nos custos de juros) quase toda foi para os bolsos dos acionistas.
No mercado, as discussões mais acaloradas envolvem duas correntes:
Os otimistas dizem que o bônus de produtividade da IA ainda não se refletiu nos salários, e que isso levará tempo, como na "recuperação sem emprego" do início dos anos 1990, que acabou levando à prosperidade. Mas os pessimistas não concordam — isso não é prosperidade, é uma aceleração da exploração. A IA permitirá que as empresas cortem 1,2 milhão de empregos em 2025, mantendo a produção, enquanto a capacidade de barganha dos trabalhadores será completamente esmagada.
Olhe para os dados históricos, e os argumentos dos pessimistas parecem mais sólidos: de 1995 a 2023, esse "desacoplamento" já fez os trabalhadores perderem entre 3-5% de sua renda vitalícia. Será que desta vez é realmente diferente?