Limitar as taxas de juro de cartões de crédito a 10% parece atraente à primeira vista, mas aqui está a realidade: as instituições financeiras não podem sustentar modelos de negócio sem taxas que cubram adequadamente os incumprimentos e gerem retornos suficientes sobre o capital. Quando restringes o poder de fixação de preços de forma tão drástica, as instituições financeiras não apenas absorvem perdas—elas saem do mercado. O que acontece a seguir? Os consumidores perdem completamente o acesso ao crédito. Os emissores de cartões irão apertar os critérios de aprovação ou simplesmente cancelar programas. É um exemplo clássico de como uma política bem-intencionada pode ter efeitos contrários. O verdadeiro desafio não é o teto da taxa de juro em si, mas compreender a mecânica da fixação de preços do risco de crédito. Remover a capacidade de cobrar taxas que refletem o risco real, e o mercado contrai-se. Isso não é conspiração—é economia financeira básica.
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Limitar as taxas de juro de cartões de crédito a 10% parece atraente à primeira vista, mas aqui está a realidade: as instituições financeiras não podem sustentar modelos de negócio sem taxas que cubram adequadamente os incumprimentos e gerem retornos suficientes sobre o capital. Quando restringes o poder de fixação de preços de forma tão drástica, as instituições financeiras não apenas absorvem perdas—elas saem do mercado. O que acontece a seguir? Os consumidores perdem completamente o acesso ao crédito. Os emissores de cartões irão apertar os critérios de aprovação ou simplesmente cancelar programas. É um exemplo clássico de como uma política bem-intencionada pode ter efeitos contrários. O verdadeiro desafio não é o teto da taxa de juro em si, mas compreender a mecânica da fixação de preços do risco de crédito. Remover a capacidade de cobrar taxas que refletem o risco real, e o mercado contrai-se. Isso não é conspiração—é economia financeira básica.