#美国贸易赤字状况 Por que insiste em negociar há anos, mas a sua conta permanece sempre estagnada?
Há um fenómeno que dói especialmente: quando ganha, é uma pequena brincadeira; numa perda, perde tudo. Quando aparece um lucro flutuante, deseja imediatamente realizar; quando há uma perda flutuante, insiste na esperança de não cortar. Com o passar do tempo, lucros pequenos acumulam-se continuamente, mas uma grande perda apaga tudo de uma só vez. Este é quase o caminho obrigatório de cada iniciante.
Qual é a raiz do problema? Você está preso a uma única operação. A natureza humana é naturalmente de visão curta — se perde dinheiro, fica insatisfeito, quer recuperar; se ganha, tem medo, preocupa-se em devolver. Assim, forma-se a pior situação: quanto mais tempo mantém uma operação com prejuízo, maior é a perda; quanto mais rápido realiza um lucro, mais rápido o realiza.
Mas o mercado não se importa com o sucesso ou fracasso de uma única operação. O que realmente afeta seus ganhos a longo prazo é o conjunto de centenas de operações, o balanço de lucros e perdas. E o nosso cérebro, justamente, odeia usar lógica de longo prazo para tomar decisões.
A única maneira de quebrar esse ciclo é usar a relação de risco-retorno para controlar a natureza humana.
No momento em que você faz uma ordem, deve esclarecer três pontos: 1. Se estiver errado, qual é a perda máxima que aceita suportar? (nível de stop-loss) 2. Se estiver certo, quanto espera ganhar idealmente? (objetivo de take profit) 3. Essa proporção vale a pena para operar?
Se a relação risco-retorno não for satisfatória, mesmo uma oportunidade que pareça boa deve ser abandonada. Este é o padrão de entrada mais básico, mas também o mais frequentemente negligenciado.
Se você conseguir cumprir esses três pontos, já estará à frente da maioria dos traders: • Defina um stop-loss claro para cada operação. • O potencial de lucro esperado deve ser igual ou maior que o risco de perda. • Se não atingir o preço de take profit, não feche a operação no meio do caminho.
A relação risco-retorno não tem um padrão absoluto; depende totalmente do ambiente de mercado naquele momento. Quando o mercado está claro, pode-se ser mais flexível; em períodos de oscilações e incertezas, é preciso ser mais rigoroso. A prioridade é sobreviver para continuar negociando. Pessoalmente, uso uma proporção de cerca de 1,5, não para enriquecer rapidamente, mas porque esse número é mais fácil de manter na prática e evita que a mentalidade seja destruída pelo estresse.
O ponto mais importante: traders maduros nunca se preocupam com o ganho ou perda de uma única operação. Eles concentram-se em uma dimensão mais ampla — usando a relação risco-retorno multiplicada pela taxa de sucesso, calculando o valor esperado a longo prazo. Quando realmente consegue afastar o foco de "esta operação", e avalia seu sistema de negociação em escalas mensais ou anuais, é aí que começa a entender o caminho. O resto é deixar o tempo validar.
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#美国贸易赤字状况 Por que insiste em negociar há anos, mas a sua conta permanece sempre estagnada?
Há um fenómeno que dói especialmente: quando ganha, é uma pequena brincadeira; numa perda, perde tudo. Quando aparece um lucro flutuante, deseja imediatamente realizar; quando há uma perda flutuante, insiste na esperança de não cortar. Com o passar do tempo, lucros pequenos acumulam-se continuamente, mas uma grande perda apaga tudo de uma só vez. Este é quase o caminho obrigatório de cada iniciante.
Qual é a raiz do problema? Você está preso a uma única operação. A natureza humana é naturalmente de visão curta — se perde dinheiro, fica insatisfeito, quer recuperar; se ganha, tem medo, preocupa-se em devolver. Assim, forma-se a pior situação: quanto mais tempo mantém uma operação com prejuízo, maior é a perda; quanto mais rápido realiza um lucro, mais rápido o realiza.
Mas o mercado não se importa com o sucesso ou fracasso de uma única operação. O que realmente afeta seus ganhos a longo prazo é o conjunto de centenas de operações, o balanço de lucros e perdas. E o nosso cérebro, justamente, odeia usar lógica de longo prazo para tomar decisões.
A única maneira de quebrar esse ciclo é usar a relação de risco-retorno para controlar a natureza humana.
No momento em que você faz uma ordem, deve esclarecer três pontos:
1. Se estiver errado, qual é a perda máxima que aceita suportar? (nível de stop-loss)
2. Se estiver certo, quanto espera ganhar idealmente? (objetivo de take profit)
3. Essa proporção vale a pena para operar?
Se a relação risco-retorno não for satisfatória, mesmo uma oportunidade que pareça boa deve ser abandonada. Este é o padrão de entrada mais básico, mas também o mais frequentemente negligenciado.
Se você conseguir cumprir esses três pontos, já estará à frente da maioria dos traders:
• Defina um stop-loss claro para cada operação.
• O potencial de lucro esperado deve ser igual ou maior que o risco de perda.
• Se não atingir o preço de take profit, não feche a operação no meio do caminho.
A relação risco-retorno não tem um padrão absoluto; depende totalmente do ambiente de mercado naquele momento. Quando o mercado está claro, pode-se ser mais flexível; em períodos de oscilações e incertezas, é preciso ser mais rigoroso. A prioridade é sobreviver para continuar negociando. Pessoalmente, uso uma proporção de cerca de 1,5, não para enriquecer rapidamente, mas porque esse número é mais fácil de manter na prática e evita que a mentalidade seja destruída pelo estresse.
O ponto mais importante: traders maduros nunca se preocupam com o ganho ou perda de uma única operação. Eles concentram-se em uma dimensão mais ampla — usando a relação risco-retorno multiplicada pela taxa de sucesso, calculando o valor esperado a longo prazo. Quando realmente consegue afastar o foco de "esta operação", e avalia seu sistema de negociação em escalas mensais ou anuais, é aí que começa a entender o caminho. O resto é deixar o tempo validar.