Dados recentes revelam um fenômeno surpreendente no mercado de ETFs de commodities em 2025 — isto não é uma "prosperidade das commodities", mas sim uma exibição de domínio absoluto do ouro.
Os números falam por si: no ano passado, o fluxo foi de apenas 1,3 bilhões de dólares, este ano disparou para 58 bilhões, um crescimento de 44 vezes. Mas esta festa foi quase inteiramente dominada pelo ouro. ETFs de ouro representam 48,5 bilhões, ou seja, 83,6%. O restante, prata e índices de commodities amplos, receberam entre 3 a 4 bilhões, e e commodities tradicionais como energia, metais industriais e agricultura? Quase ninguém quer, na verdade, há saídas líquidas.
Em escala global, a situação é ainda mais louca. Dados da World Gold Council mostram que o fluxo global de ETFs de ouro atingiu 89 bilhões de dólares — 50,65 bilhões na América do Norte, 12 bilhões na Europa e 25 bilhões na Ásia. Isso supera os 47-50 bilhões de uma onda de busca por refúgio durante a pandemia em 2020, batendo recordes históricos. O total de ativos de ETFs de ouro no mundo dobrou desde o final do ano passado, chegando a 559 bilhões de dólares, com o volume de holdings disparando para 4025 toneladas, um aumento de 25% em relação ao anterior. Sete meses consecutivos de entradas líquidas também é o período mais longo registrado.
Por que o ouro está tão valorizado? A soma de razões: a situação geopolítica sem fim — conflitos no Oriente Médio, guerra Rússia-Ucrânia, tensões entre China e EUA, crise na Venezuela, todos sinais de refúgio. O dólar desvalorizou 5%, e o ouro, cotado em dólares, ficou mais barato. O Federal Reserve cortou a taxa de juros três vezes neste ano, a taxa real caiu de 2,5% para 1,8%, tornando o custo de manter ouro sem juros menos alto. Além disso, o P/E do S&P atingiu 22 vezes, a bolha do mercado de ações deixou os investidores nervosos — a baixa correlação do ouro virou uma ferramenta de hedge. Por fim, o preço do ouro subiu 27%, atingindo 53 recordes históricos, com traders de momentum entrando em massa, criando um ciclo de feedback positivo auto reforçado.
Por outro lado, as outras commodities estão em situação difícil. O petróleo caiu 22%, e há uma expectativa de 59% de baixa por parte das instituições, levando ao descarte implacável de ETFs de energia. Metais industriais enfrentam o colapso da demanda de grandes economias e uma crise imobiliária, resultando em saídas líquidas. Produtos agrícolas, devido às colheitas globais abundantes e à demanda fraca, também não atraem atenção.
A história para 2025 é clara: é a era do ouro, não a era das commodities.
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Dados recentes revelam um fenômeno surpreendente no mercado de ETFs de commodities em 2025 — isto não é uma "prosperidade das commodities", mas sim uma exibição de domínio absoluto do ouro.
Os números falam por si: no ano passado, o fluxo foi de apenas 1,3 bilhões de dólares, este ano disparou para 58 bilhões, um crescimento de 44 vezes. Mas esta festa foi quase inteiramente dominada pelo ouro. ETFs de ouro representam 48,5 bilhões, ou seja, 83,6%. O restante, prata e índices de commodities amplos, receberam entre 3 a 4 bilhões, e e commodities tradicionais como energia, metais industriais e agricultura? Quase ninguém quer, na verdade, há saídas líquidas.
Em escala global, a situação é ainda mais louca. Dados da World Gold Council mostram que o fluxo global de ETFs de ouro atingiu 89 bilhões de dólares — 50,65 bilhões na América do Norte, 12 bilhões na Europa e 25 bilhões na Ásia. Isso supera os 47-50 bilhões de uma onda de busca por refúgio durante a pandemia em 2020, batendo recordes históricos. O total de ativos de ETFs de ouro no mundo dobrou desde o final do ano passado, chegando a 559 bilhões de dólares, com o volume de holdings disparando para 4025 toneladas, um aumento de 25% em relação ao anterior. Sete meses consecutivos de entradas líquidas também é o período mais longo registrado.
Por que o ouro está tão valorizado? A soma de razões: a situação geopolítica sem fim — conflitos no Oriente Médio, guerra Rússia-Ucrânia, tensões entre China e EUA, crise na Venezuela, todos sinais de refúgio. O dólar desvalorizou 5%, e o ouro, cotado em dólares, ficou mais barato. O Federal Reserve cortou a taxa de juros três vezes neste ano, a taxa real caiu de 2,5% para 1,8%, tornando o custo de manter ouro sem juros menos alto. Além disso, o P/E do S&P atingiu 22 vezes, a bolha do mercado de ações deixou os investidores nervosos — a baixa correlação do ouro virou uma ferramenta de hedge. Por fim, o preço do ouro subiu 27%, atingindo 53 recordes históricos, com traders de momentum entrando em massa, criando um ciclo de feedback positivo auto reforçado.
Por outro lado, as outras commodities estão em situação difícil. O petróleo caiu 22%, e há uma expectativa de 59% de baixa por parte das instituições, levando ao descarte implacável de ETFs de energia. Metais industriais enfrentam o colapso da demanda de grandes economias e uma crise imobiliária, resultando em saídas líquidas. Produtos agrícolas, devido às colheitas globais abundantes e à demanda fraca, também não atraem atenção.
A história para 2025 é clara: é a era do ouro, não a era das commodities.