Na estrutura de defesa de segurança da blockchain, há sempre duas linhas de pensamento em confronto. Uma é baseada no consumo físico de energia — é o caminho seguido pelo Bitcoin e Filecoin. A lógica é bastante direta: para criar algo imutável no mundo digital, é preciso gastar custos físicos reais no mundo real. Quer destruir o histórico de blocos do Bitcoin? Precisa comprar chips suficientes, queimar energia suficiente. Quer falsificar a prova de armazenamento do Filecoin? O custo está lá, ninguém consegue escapar. Esses custos são fixos, rígidos, e nenhuma flutuação de mercado pode alterar a energia necessária para invadir a rede.
Mas o surgimento do protocolo Walrus mudou as regras do jogo. Ele representa uma mudança radical na infraestrutura de armazenamento — uma virada para a segunda linha de pensamento, a escola da teoria dos jogos. Não é apenas uma evolução tecnológica, mas uma mudança fundamental no modelo de segurança. O Walrus utiliza um algoritmo chamado Red Stuff, que elimina diretamente as etapas de encapotamento que consomem poder de cálculo e custos na prova de armazenamento. Qual foi o resultado? A barreira de entrada para rodar um nó de armazenamento caiu instantaneamente ao preço mínimo. Você não precisa de uma equipe de operações de data center, uma PC doméstica com um grande disco rígido, ou até uma placa de desenvolvimento de alto desempenho; teoricamente, qualquer um pode participar da rede Walrus.
Parece que um utópico sistema descentralizado foi alcançado — qualquer pessoa pode participar. Mas os problemas também surgem. Quando a barreira física desaparece, a base de segurança da rede também fica vulnerável. O que essa mudança significa? Com o que a segurança será garantida? Essa é a nova questão que se apresenta diante de nós.
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Layer2Observer
· 01-10 07:53
Baixo limiar realmente garante segurança? Aqui fica a dúvida, hein.
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just_here_for_vibes
· 01-10 07:53
Caramba, o limite direto ao preço mais baixo? Como é que se garante a segurança, estou um pouco preocupado
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0xLuckbox
· 01-10 07:50
Participar a baixo custo soa bem, mas como garantir que ninguém vai trapacear? Essa é a verdadeira prova
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Ser_This_Is_A_Casino
· 01-10 07:46
Espera aí, quanto mais baixo for o limiar, mais a segurança fica comprometida? Essa lógica é um pouco arriscada, parece que a Walrus está brincando com fogo
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SleepTrader
· 01-10 07:39
Reduzir a barreira de entrada é realmente ótimo, mas por que sinto que isso está trocando segurança por conveniência...
Na estrutura de defesa de segurança da blockchain, há sempre duas linhas de pensamento em confronto. Uma é baseada no consumo físico de energia — é o caminho seguido pelo Bitcoin e Filecoin. A lógica é bastante direta: para criar algo imutável no mundo digital, é preciso gastar custos físicos reais no mundo real. Quer destruir o histórico de blocos do Bitcoin? Precisa comprar chips suficientes, queimar energia suficiente. Quer falsificar a prova de armazenamento do Filecoin? O custo está lá, ninguém consegue escapar. Esses custos são fixos, rígidos, e nenhuma flutuação de mercado pode alterar a energia necessária para invadir a rede.
Mas o surgimento do protocolo Walrus mudou as regras do jogo. Ele representa uma mudança radical na infraestrutura de armazenamento — uma virada para a segunda linha de pensamento, a escola da teoria dos jogos. Não é apenas uma evolução tecnológica, mas uma mudança fundamental no modelo de segurança. O Walrus utiliza um algoritmo chamado Red Stuff, que elimina diretamente as etapas de encapotamento que consomem poder de cálculo e custos na prova de armazenamento. Qual foi o resultado? A barreira de entrada para rodar um nó de armazenamento caiu instantaneamente ao preço mínimo. Você não precisa de uma equipe de operações de data center, uma PC doméstica com um grande disco rígido, ou até uma placa de desenvolvimento de alto desempenho; teoricamente, qualquer um pode participar da rede Walrus.
Parece que um utópico sistema descentralizado foi alcançado — qualquer pessoa pode participar. Mas os problemas também surgem. Quando a barreira física desaparece, a base de segurança da rede também fica vulnerável. O que essa mudança significa? Com o que a segurança será garantida? Essa é a nova questão que se apresenta diante de nós.