Doutor John, de 102 anos: 7 hábitos de longevidade para viver até os 100 anos - Troca de criptomoedas

John Shaffenberg graduou-se em 1948 na Faculdade de Medicina da Universidade de La Marinda, nos Estados Unidos, com especialização em Medicina Preventiva; em 1956, concluiu o mestrado em Saúde Pública na Harvard School of Public Health.

Como professor de Nutrição na Universidade de La Marinda, leciona há mais de 60 anos, com áreas de pesquisa que abrangem nutrição, prevenção de doenças crónicas e longevidade saudável.

Atualmente com 102 anos, ele ainda mantém uma energia vibrante, passos leves, postura ereta, fala clara e pensamento nítido, sem doenças crónicas.

Ao falar sobre longevidade, afirma que nunca dependeu de tecnologia médica avançada nem de medicamentos milagrosos, mas sim de sete hábitos de vida simples.

01

“Coma um pouco menos, faz bem para o corpo”

O professor John Shaffenberg defende o “jejum intermitente”, ou seja, comer em horários específicos do dia e não comer fora desses períodos.

Ele explica que come apenas duas refeições por dia (pequeno-almoço e almoço), evitando o jantar.

Percebeu que assim seu corpo fica mais leve, e acorda mais energizado.

Além disso, o intestino tem mais tempo para descansar, e a redução da carga digestiva melhora a capacidade de reparo do corpo.

No entanto, esse tipo de alimentação pode não ser adequado para a maioria das pessoas.

Para a maioria, o mais viável é tentar jantar mais cedo, se possível.

Em 2024, pesquisadores da Peking Union Medical College, do Hospital Xiangya II da Central South University e da Hunan University of Medicine em Hengyang publicaram um estudo que mostra que o jejum intermitente ajuda a combater o envelhecimento, recomendando jantar até às 17h para manter o sistema imunológico mais jovem e a composição da microbiota intestinal mais saudável.

02

“Evite alimentos processados”

O professor John Shaffenberg não consome carne, mas não é vegetariano.

Bebe leite e outros laticínios, e consome ovos e alimentos de origem vegetal.

Prefere frutas no dia a dia, mas evita frutas com alto teor de açúcar.

Ele recomenda evitar alimentos processados, que geralmente são ricos em açúcar, gordura e calorias, como bebidas açucaradas, bolos, batatas fritas, doces e hambúrgueres.

Uma pesquisa publicada em 2021 na revista do American College of Cardiology também indica que o consumo frequente de “alimentos ultraprocessados” aumenta o risco de doenças cardiovasculares, sendo mais perigoso quanto maior o consumo diário.

03

“Manter-se ativo é a base da longevidade”

O professor John Shaffenberg afirma que a atividade física é uma das bases da longevidade.

Exercícios moderados na meia-idade (40-70 anos) são especialmente importantes para prevenir doenças na velhice.

Ele mesmo gosta de se exercitar ao ar livre e ainda caminha, embora diga que não faz o suficiente.

Para o público geral, a Organização Mundial da Saúde recomenda pelo menos 150 minutos de atividade física de intensidade moderada por semana, ou 75 minutos de alta intensidade.

Como aumentar a quantidade de exercício “de intensidade moderada a alta” diariamente?

Muitas pessoas têm agendas muito ocupadas. Como aumentar essa rotina?

  1. Suba escadas

No dia a dia, muitas pessoas estão acostumadas a usar elevador.

Recomenda-se substituir o hábito de subir de elevador por subir escadas, que é uma forma de treino de intensidade moderada a alta.

Se você precisa subir várias andares para ir ao trabalho ou voltar para casa, pode aumentar bastante sua atividade diária.

  1. Caminhada rápida

Se o trajeto de ida e volta ao trabalho for até 5 km, substitua o transporte por uma caminhada rápida, mantendo uma frequência de 130-140 passos por minuto, com ritmo que mantenha a frequência cardíaca entre 100 e 140 batimentos por minuto, na faixa de exercício de intensidade moderada.

  1. Pedalar

Se o percurso for entre 5 e 10 km, experimente pedalar rapidamente. Essa também é uma atividade de intensidade moderada a alta, que trabalha especialmente os maiores grupos musculares, como os quadríceps.

Resumindo, é importante lembrar-se de evitar ficar sentado por longos períodos, mesmo que seja para pegar água ou ir ao banheiro.

Se for inevitável ficar sentado por muito tempo, pratique exercícios de intensidade moderada para minimizar os danos do sedentarismo.

04

“Rotina de sono regular é mais importante do que você imagina”

O próprio professor John Shaffenberg mantém uma rotina de sono muito regular, acreditando que dormir o suficiente ajuda na reparação das células, mantém o equilíbrio hormonal e fortalece o sistema imunológico.

Ele dorme entre 8 e 9 horas por noite, acordando às 4h da manhã, garantindo 7 a 8 horas de sono.

Ele afirma que dormir cedo e levantar cedo traz melhor estado físico e mental.

05

“Afaste-se ao máximo dos ‘venenos crônicos’ da vida”

O professor John Shaffenberg alerta especialmente para evitar fumar, consumir álcool, ficar sentado por longos períodos, obesidade, ingestão excessiva de açúcar, hipertensão e colesterol alto.

Ess hábitos, que parecem comuns e confortáveis, na verdade vão lentamente afetando nossa longevidade, comparando-os a “venenos crônicos” na vida.

Ele é veementemente contra fumar e beber em excesso, considerando esses fatores carcinogênicos claros.

Em 20 de junho de 2024, uma equipe de pesquisa da Fudan University publicou na revista do American Medical Association uma análise que mostra que manter três hábitos de vida saudáveis — não fumar, praticar mais exercícios e ter uma dieta variada — aumenta em 61% as chances de viver até os 100 anos, e mesmo na velhice, manter esses três hábitos é igualmente benéfico.

06

“Estresse prolongado acelera o envelhecimento”

O professor John Shaffenberg destaca que o excesso de estresse pode afetar a longevidade, acelerando o encurtamento dos telômeros.

Técnicas como meditação e atividades ao ar livre podem ajudar a aliviar o estresse.

Na vida real, algumas pessoas, ao enfrentarem eventos traumáticos ou aumento súbito de estresse, podem apresentar cabelos brancos de uma noite para a outra, por esse motivo.

A saúde mental e a saúde física estão profundamente conectadas; uma atitude otimista pode estimular a autocura do corpo e aumentar a resistência às doenças.

Além disso, afastar-se de pessoas e ambientes negativos reduz o estresse emocional desnecessário, promovendo relaxamento e bem-estar da alma.

Em uma sociedade de ritmo acelerado e alta pressão, manter uma atitude positiva, aprender a se autorregular e a liberar o estresse é fundamental para a saúde física e mental.

07

“Manter uma boa atitude mental e socializar ativamente”

O professor John Shaffenberg também destaca que a socialização ativa, manter contato com familiares e amigos, e uma atitude mental positiva, além de aprender continuamente, lendo e adquirindo novas habilidades, podem retardar o declínio cognitivo e prevenir o Alzheimer na velhice.

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