Muitas pessoas acham que o capital é demasiado pequeno para ter esperança, e que o limiar para entrar no mundo das criptomoedas é demasiado alto. Na verdade, exatamente o oposto — fundos pequenos são na verdade a melhor fase de tentativa e erro. O problema nunca foi quanto dinheiro você tem, mas sim se você consegue fazê-lo crescer de forma constante.
Vamos pegar o exemplo de 120U. A reação de muitas pessoas é ir all-in em uma moeda que está em alta, ganhar o dobro, ou perder tudo. Mas isso não é negociação, é jogo de azar.
Um amigo meu já fez isso — perseguia tendências todos os dias, acabou sendo liquidado várias vezes, forçado a cortar perdas, e sua conta foi ficando cada vez menor. Depois, dei-lhe a sugestão de mudar de estratégia: não tentar ficar rico de uma só vez, mas adotar um modo de roll-over.
Cada rodada rende apenas um pequeno ganho, como 30U ou 50U, sem perseguir altas ou encher a carteira de uma só vez. Na primeira rodada, conseguiu chegar a 160U, na segunda, rollou para 220U, e então travou metade dos lucros para continuar operando. No começo, achou que era lento demais, mas ao ver a curva da conta subir de forma estável, sua mentalidade ficou mais sólida.
O núcleo do roll-over não é velocidade, mas controlabilidade. Com fundos pequenos, faz-se tentativa e erro; se errar, não prejudica a saúde do capital; se acertar, aumenta-se gradualmente o investimento. A carteira principal busca estabilidade, a secundária faz operações de roll-over, e os lucros são retirados rapidamente, sem apostar nos limites do mercado.
Fundos pequenos nunca foram um obstáculo, operação descontrolada sim. Conseguir fazer dinheiro repetidamente com pouco é que faz o capital crescer naturalmente. A recuperação não depende de sorte, mas sim de ritmo e paciência — passo a passo, o caminho certo.
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Muitas pessoas acham que o capital é demasiado pequeno para ter esperança, e que o limiar para entrar no mundo das criptomoedas é demasiado alto. Na verdade, exatamente o oposto — fundos pequenos são na verdade a melhor fase de tentativa e erro. O problema nunca foi quanto dinheiro você tem, mas sim se você consegue fazê-lo crescer de forma constante.
Vamos pegar o exemplo de 120U. A reação de muitas pessoas é ir all-in em uma moeda que está em alta, ganhar o dobro, ou perder tudo. Mas isso não é negociação, é jogo de azar.
Um amigo meu já fez isso — perseguia tendências todos os dias, acabou sendo liquidado várias vezes, forçado a cortar perdas, e sua conta foi ficando cada vez menor. Depois, dei-lhe a sugestão de mudar de estratégia: não tentar ficar rico de uma só vez, mas adotar um modo de roll-over.
Cada rodada rende apenas um pequeno ganho, como 30U ou 50U, sem perseguir altas ou encher a carteira de uma só vez. Na primeira rodada, conseguiu chegar a 160U, na segunda, rollou para 220U, e então travou metade dos lucros para continuar operando. No começo, achou que era lento demais, mas ao ver a curva da conta subir de forma estável, sua mentalidade ficou mais sólida.
O núcleo do roll-over não é velocidade, mas controlabilidade. Com fundos pequenos, faz-se tentativa e erro; se errar, não prejudica a saúde do capital; se acertar, aumenta-se gradualmente o investimento. A carteira principal busca estabilidade, a secundária faz operações de roll-over, e os lucros são retirados rapidamente, sem apostar nos limites do mercado.
Fundos pequenos nunca foram um obstáculo, operação descontrolada sim. Conseguir fazer dinheiro repetidamente com pouco é que faz o capital crescer naturalmente. A recuperação não depende de sorte, mas sim de ritmo e paciência — passo a passo, o caminho certo.