Um projeto de blockchain, no final das contas, depende de ser realmente implementado e de a ecossistema se manter ativo. Desde o lançamento da mainnet do protocolo Walrus em 27 de março deste ano, ele já demonstrou vários pontos de interesse em várias áreas importantes e estabeleceu parcerias com diversos projetos renomados.
No setor de NFT e jogos, o Walrus já se tornou uma camada de armazenamento de dados indispensável na ecossistema Sui. De acordo com dados, o serviço de hospedagem de sites descentralizados "Walrus Sites" já suporta uma grande quantidade de metadados de NFTs do Sui. Em outras palavras, as imagens e informações de atributos dos NFTs finalmente não dependem mais de servidores centralizados, alcançando um armazenamento descentralizado de ativos digitais. Para desenvolvedores de jogos, o Walrus consegue processar de forma eficiente grandes arquivos como ativos de jogo e mapas, proporcionando uma experiência de jogo fluida.
Na área de IA, o Walrus também não ficou de fora. O treinamento de modelos de IA requer grandes conjuntos de dados, e o Walrus oferece uma solução de armazenamento descentralizada e verificável para esses dados não estruturados. Já estabeleceu parcerias com protocolos de IA como Bittensor, para armazenar dados de treinamento distribuídos. Curiosamente, até instituições financeiras tradicionais como Morgan Stanley começaram a considerar usar o Walrus para armazenar arquivos KYC na cadeia — o que indica que sua tecnologia está sendo valorizada pelo setor financeiro tradicional.
A indústria de mídia também está usando o Walrus. Mídias conhecidas como Decrypt já armazenaram artigos, vídeos e imagens no Walrus, criando um banco de dados de conteúdo à prova de adulteração e aumentando a credibilidade das publicações. No aspecto de infraestrutura, o Walrus integrou a Pyth Network para obter dados de preços em tempo real, além de colaborar com a Alibaba Cloud Nest para otimizar a implantação de nós.
Essas parcerias e casos de uso demonstram plenamente a viabilidade técnica do protocolo Walrus. À medida que mais desenvolvedores constroem aplicações na plataforma, o efeito de rede do ecossistema continuará a se fortalecer. Para investidores e usuários, o futuro do armazenamento descentralizado merece atenção contínua.
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Um projeto de blockchain, no final das contas, depende de ser realmente implementado e de a ecossistema se manter ativo. Desde o lançamento da mainnet do protocolo Walrus em 27 de março deste ano, ele já demonstrou vários pontos de interesse em várias áreas importantes e estabeleceu parcerias com diversos projetos renomados.
No setor de NFT e jogos, o Walrus já se tornou uma camada de armazenamento de dados indispensável na ecossistema Sui. De acordo com dados, o serviço de hospedagem de sites descentralizados "Walrus Sites" já suporta uma grande quantidade de metadados de NFTs do Sui. Em outras palavras, as imagens e informações de atributos dos NFTs finalmente não dependem mais de servidores centralizados, alcançando um armazenamento descentralizado de ativos digitais. Para desenvolvedores de jogos, o Walrus consegue processar de forma eficiente grandes arquivos como ativos de jogo e mapas, proporcionando uma experiência de jogo fluida.
Na área de IA, o Walrus também não ficou de fora. O treinamento de modelos de IA requer grandes conjuntos de dados, e o Walrus oferece uma solução de armazenamento descentralizada e verificável para esses dados não estruturados. Já estabeleceu parcerias com protocolos de IA como Bittensor, para armazenar dados de treinamento distribuídos. Curiosamente, até instituições financeiras tradicionais como Morgan Stanley começaram a considerar usar o Walrus para armazenar arquivos KYC na cadeia — o que indica que sua tecnologia está sendo valorizada pelo setor financeiro tradicional.
A indústria de mídia também está usando o Walrus. Mídias conhecidas como Decrypt já armazenaram artigos, vídeos e imagens no Walrus, criando um banco de dados de conteúdo à prova de adulteração e aumentando a credibilidade das publicações. No aspecto de infraestrutura, o Walrus integrou a Pyth Network para obter dados de preços em tempo real, além de colaborar com a Alibaba Cloud Nest para otimizar a implantação de nós.
Essas parcerias e casos de uso demonstram plenamente a viabilidade técnica do protocolo Walrus. À medida que mais desenvolvedores constroem aplicações na plataforma, o efeito de rede do ecossistema continuará a se fortalecer. Para investidores e usuários, o futuro do armazenamento descentralizado merece atenção contínua.