A ser honesto, sempre que vejo projetos DeFi a vangloriar-se de retornos de 100x, leilões de NFT com preços astronómicos ou Layer2 a competir em TPS, fico com vontade de fazer uma pergunta fundamental: onde é que todos estes dados massivos gerados por estas aplicações são realmente armazenados? Quem garante que são seguros e permanentemente acessíveis?
A realidade é bastante constrangedora. Ou é forçado a escolher gigantes centralizados como AWS ou Alibaba Cloud, e aceitar riscos de ponto único de falha e censura; ou anda às voltas com soluções de armazenamento descentralizado primitivas, apenas para ser desencorajado pela ineficiência e faturas astronómicas. É um dilema.
É então que o Walrus Protocol surge como um engenheiro trabalhador silencioso, sem qualquer ruído de marketing, resolvendo silenciosamente este problema fundamental através da tecnologia — é o verdadeiro "coração" de todo o mundo Web3.
**Como funciona a codificação por apagamento?**
As soluções de armazenamento descentralizado tradicionais seguem o mesmo padrão: os mesmos dados são completamente replicados em múltiplos nós. Parece seguro, mas é na verdade um monstro de desperdício de recursos de armazenamento, com custos a disparar.
O Walrus não segue esse caminho. Introduz a tecnologia de codificação por apagamento — uma abordagem que emerge dos princípios matemáticos da comunicação aeroespacial e dos sistemas distribuídos. A ideia central é: dividir os dados originais em vários fragmentos e gerar blocos de verificação adicionais através de algoritmos matemáticos. O melhor é que, mesmo que alguns fragmentos de dados se percam ou fiquem corrompidos, o sistema consegue recuperar completamente através dos fragmentos restantes — isto é verdadeira tolerância a falhas.
Comparado com o modelo de replicação completa, esta abordagem reduz significativamente os custos de armazenamento, mantendo a mesma segurança e confiabilidade. Para todo o ecossistema Web3, isto significa infraestrutura de armazenamento de dados mais barata e eficiente.
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A ser honesto, sempre que vejo projetos DeFi a vangloriar-se de retornos de 100x, leilões de NFT com preços astronómicos ou Layer2 a competir em TPS, fico com vontade de fazer uma pergunta fundamental: onde é que todos estes dados massivos gerados por estas aplicações são realmente armazenados? Quem garante que são seguros e permanentemente acessíveis?
A realidade é bastante constrangedora. Ou é forçado a escolher gigantes centralizados como AWS ou Alibaba Cloud, e aceitar riscos de ponto único de falha e censura; ou anda às voltas com soluções de armazenamento descentralizado primitivas, apenas para ser desencorajado pela ineficiência e faturas astronómicas. É um dilema.
É então que o Walrus Protocol surge como um engenheiro trabalhador silencioso, sem qualquer ruído de marketing, resolvendo silenciosamente este problema fundamental através da tecnologia — é o verdadeiro "coração" de todo o mundo Web3.
**Como funciona a codificação por apagamento?**
As soluções de armazenamento descentralizado tradicionais seguem o mesmo padrão: os mesmos dados são completamente replicados em múltiplos nós. Parece seguro, mas é na verdade um monstro de desperdício de recursos de armazenamento, com custos a disparar.
O Walrus não segue esse caminho. Introduz a tecnologia de codificação por apagamento — uma abordagem que emerge dos princípios matemáticos da comunicação aeroespacial e dos sistemas distribuídos. A ideia central é: dividir os dados originais em vários fragmentos e gerar blocos de verificação adicionais através de algoritmos matemáticos. O melhor é que, mesmo que alguns fragmentos de dados se percam ou fiquem corrompidos, o sistema consegue recuperar completamente através dos fragmentos restantes — isto é verdadeira tolerância a falhas.
Comparado com o modelo de replicação completa, esta abordagem reduz significativamente os custos de armazenamento, mantendo a mesma segurança e confiabilidade. Para todo o ecossistema Web3, isto significa infraestrutura de armazenamento de dados mais barata e eficiente.