Atualmente, o índice de preço sobre lucro (P/L) do mercado a prazo atingiu 22 vezes, aproximando-se do pico de 2021 e até mesmo do recorde histórico de 24 vezes durante a bolha da internet em 2000. Em comparação com a média dos últimos 10 anos de 18,6 vezes, está atualmente 23% acima, entrando completamente na zona de "superestimação grave" do ponto de vista estatístico.
Mais preocupante ainda é que o índice de preço sobre lucro ponderado pelo valor de mercado e o índice de igual peso diferem em cinco vezes (22 vezes contra 17 vezes). O que isso revela? Alguns poucos grandes líderes de mercado estão artificialmente elevando a avaliação de todo o mercado. Se o desempenho dessas empresas não atender às expectativas, toda a bolsa pode enfrentar uma queda em cadeia. Essa questão de concentração, em resumo, é como colocar todos os ovos em poucas cestas.
As instituições preveem que o retorno total em 2026 será de cerca de 12%, claramente abaixo do nível dos últimos dois anos. Em um ambiente de alta avaliação, o espaço para crescimento já está comprimido. Os analistas também apontam que, embora taxas de juros estáveis e crescimento de lucros possam continuar sustentando essa avaliação, a "almofada de segurança" já foi desgastada. Os investidores, neste momento, precisam selecionar cuidadosamente os fundamentos das ações, para não se deixarem enganar por avaliações elevadas. A história nos mostra que, quando o P/L está no topo, o mercado tende a reagir de forma exagerada a qualquer notícia negativa, e a volatilidade pode superar as expectativas.
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Atualmente, o índice de preço sobre lucro (P/L) do mercado a prazo atingiu 22 vezes, aproximando-se do pico de 2021 e até mesmo do recorde histórico de 24 vezes durante a bolha da internet em 2000. Em comparação com a média dos últimos 10 anos de 18,6 vezes, está atualmente 23% acima, entrando completamente na zona de "superestimação grave" do ponto de vista estatístico.
Mais preocupante ainda é que o índice de preço sobre lucro ponderado pelo valor de mercado e o índice de igual peso diferem em cinco vezes (22 vezes contra 17 vezes). O que isso revela? Alguns poucos grandes líderes de mercado estão artificialmente elevando a avaliação de todo o mercado. Se o desempenho dessas empresas não atender às expectativas, toda a bolsa pode enfrentar uma queda em cadeia. Essa questão de concentração, em resumo, é como colocar todos os ovos em poucas cestas.
As instituições preveem que o retorno total em 2026 será de cerca de 12%, claramente abaixo do nível dos últimos dois anos. Em um ambiente de alta avaliação, o espaço para crescimento já está comprimido. Os analistas também apontam que, embora taxas de juros estáveis e crescimento de lucros possam continuar sustentando essa avaliação, a "almofada de segurança" já foi desgastada. Os investidores, neste momento, precisam selecionar cuidadosamente os fundamentos das ações, para não se deixarem enganar por avaliações elevadas. A história nos mostra que, quando o P/L está no topo, o mercado tende a reagir de forma exagerada a qualquer notícia negativa, e a volatilidade pode superar as expectativas.