Os dados recentes do mercado revelam um fenómeno de interesse: a correlação entre o Bitcoin e o iene atingiu um nível histórico elevado. De acordo com as estatísticas fornecidas pelo TradingView, o coeficiente de correlação entre ambos nos últimos três meses atingiu 0,86, um nível bastante destacado.
O que os dados implicam
O que indica este indicador de correlação? Simplificando, a volatilidade do preço do Bitcoin nos últimos 90 dias teve 73% do seu movimento sincronizado com a tendência do iene. Para uma avaliação mais precisa do desempenho do iene, o mercado utiliza o índice JPY fornecido pela Pepperstone, que monitora as variações de força do iene relativamente ao euro, dólar, dólar australiano e dólar neozelandês.
O que mudou com esta sincronização
Quando a correlação atinge níveis tão elevados, a independência do Bitcoin, tradicionalmente usada para diversificação de carteiras, é significativamente reduzida. Em outras palavras, o Bitcoin neste período passou a comportar-se mais como um ativo influenciado pela volatilidade do iene do que como uma ferramenta de proteção independente. Esta mudança é de grande importância para investidores que dependem de ativos criptográficos para diversificação de risco.
Qual a origem
O iene tem estado relativamente fraco desde abril, sendo que os principais fatores que contribuíram para esta situação incluem preocupações com a sustentabilidade dos títulos do governo japonês. Essas preocupações pressionaram tanto o desempenho do iene quanto o preço do Bitcoin, criando esta correlação incomum. É justamente essa pressão externa atuando simultaneamente em ambos os mercados que resultou nesta correlação rara.
Questões a refletir
Embora os dados atuais mostrem este padrão de ligação, a experiência histórica nos lembra que a correlação entre ativos criptográficos e ativos financeiros tradicionais tende a ser de caráter faseado. Mudanças no ambiente de mercado, ajustes nas políticas, ou o surgimento de novos sinais econômicos podem romper esta relação de sincronização, desencadeando uma nova fase de reestruturação do mercado.
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Bitcoin e iene atingem uma sincronização rara de 90 dias
Os dados recentes do mercado revelam um fenómeno de interesse: a correlação entre o Bitcoin e o iene atingiu um nível histórico elevado. De acordo com as estatísticas fornecidas pelo TradingView, o coeficiente de correlação entre ambos nos últimos três meses atingiu 0,86, um nível bastante destacado.
O que os dados implicam
O que indica este indicador de correlação? Simplificando, a volatilidade do preço do Bitcoin nos últimos 90 dias teve 73% do seu movimento sincronizado com a tendência do iene. Para uma avaliação mais precisa do desempenho do iene, o mercado utiliza o índice JPY fornecido pela Pepperstone, que monitora as variações de força do iene relativamente ao euro, dólar, dólar australiano e dólar neozelandês.
O que mudou com esta sincronização
Quando a correlação atinge níveis tão elevados, a independência do Bitcoin, tradicionalmente usada para diversificação de carteiras, é significativamente reduzida. Em outras palavras, o Bitcoin neste período passou a comportar-se mais como um ativo influenciado pela volatilidade do iene do que como uma ferramenta de proteção independente. Esta mudança é de grande importância para investidores que dependem de ativos criptográficos para diversificação de risco.
Qual a origem
O iene tem estado relativamente fraco desde abril, sendo que os principais fatores que contribuíram para esta situação incluem preocupações com a sustentabilidade dos títulos do governo japonês. Essas preocupações pressionaram tanto o desempenho do iene quanto o preço do Bitcoin, criando esta correlação incomum. É justamente essa pressão externa atuando simultaneamente em ambos os mercados que resultou nesta correlação rara.
Questões a refletir
Embora os dados atuais mostrem este padrão de ligação, a experiência histórica nos lembra que a correlação entre ativos criptográficos e ativos financeiros tradicionais tende a ser de caráter faseado. Mudanças no ambiente de mercado, ajustes nas políticas, ou o surgimento de novos sinais econômicos podem romper esta relação de sincronização, desencadeando uma nova fase de reestruturação do mercado.