Fonte: Coinomedia
Título Original: BNY Mellon Adverte que o Fed Pode Aumentar Taxas Sob Pressão
Link Original: https://coinomedia.com/bny-mellon-warns-fed-may-hike-rates-under-pressure/
Visão Geral
Numa nova advertência aos mercados e formuladores de políticas, o CEO do gigante de gestão de ativos de @2.2 trilhões de dólares, BNY Mellon, afirmou que a crescente pressão política e económica sobre o Federal Reserve pode levar a novos aumentos das taxas de juro. Isto acontece num momento em que os mercados estão a precificar principalmente cortes futuros — não aumentos.
O CEO expressou preocupações de que as pressões inflacionárias contínuas e as expectativas de que o Fed aja de forma decisiva possam empurrar o banco central para um canto. Em vez de aliviar, o Fed pode ser forçado a aumentar as taxas novamente, arriscando um crescimento mais lento ou até uma recessão.
Sinais Mistos numa Economia Instável
Os investidores têm aguardado ansiosamente cortes de taxas em 2024, especialmente à medida que a inflação mostra sinais de arrefecimento. No entanto, o chefe do BNY Mellon apontou que as expectativas podem estar a superar a realidade. Com dados fortes do mercado de trabalho e consumo resistente, a inflação pode permanecer persistente — deixando o Fed com pouca escolha senão apertar ainda mais a política.
Este aviso contrasta com um sentimento de mercado mais otimista. Alguns analistas acreditam que o Fed começará a cortar já em meados de 2024. Mas se a avaliação do BNY Mellon se confirmar, o mercado pode estar prestes a sofrer um choque.
Implicações para os Investidores
A mensagem é clara: não se acomodem demais. Se o Federal Reserve se sentir encurralado pela pressão pública, ruído político ou dados persistentes de inflação, pode responder com mais aumentos — não cortes. Isso afetaria tudo, desde criptomoedas e ações até imóveis e mercados de títulos.
Por agora, todos os olhos permanecem no Presidente do Fed, Jerome Powell, e nas próximas reuniões do FOMC, onde a direção da política será analisada com mais rigor do que nunca.
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BNY Mellon Alertou que o Fed pode aumentar as taxas sob pressão
Fonte: Coinomedia Título Original: BNY Mellon Adverte que o Fed Pode Aumentar Taxas Sob Pressão Link Original: https://coinomedia.com/bny-mellon-warns-fed-may-hike-rates-under-pressure/
Visão Geral
Numa nova advertência aos mercados e formuladores de políticas, o CEO do gigante de gestão de ativos de @2.2 trilhões de dólares, BNY Mellon, afirmou que a crescente pressão política e económica sobre o Federal Reserve pode levar a novos aumentos das taxas de juro. Isto acontece num momento em que os mercados estão a precificar principalmente cortes futuros — não aumentos.
O CEO expressou preocupações de que as pressões inflacionárias contínuas e as expectativas de que o Fed aja de forma decisiva possam empurrar o banco central para um canto. Em vez de aliviar, o Fed pode ser forçado a aumentar as taxas novamente, arriscando um crescimento mais lento ou até uma recessão.
Sinais Mistos numa Economia Instável
Os investidores têm aguardado ansiosamente cortes de taxas em 2024, especialmente à medida que a inflação mostra sinais de arrefecimento. No entanto, o chefe do BNY Mellon apontou que as expectativas podem estar a superar a realidade. Com dados fortes do mercado de trabalho e consumo resistente, a inflação pode permanecer persistente — deixando o Fed com pouca escolha senão apertar ainda mais a política.
Este aviso contrasta com um sentimento de mercado mais otimista. Alguns analistas acreditam que o Fed começará a cortar já em meados de 2024. Mas se a avaliação do BNY Mellon se confirmar, o mercado pode estar prestes a sofrer um choque.
Implicações para os Investidores
A mensagem é clara: não se acomodem demais. Se o Federal Reserve se sentir encurralado pela pressão pública, ruído político ou dados persistentes de inflação, pode responder com mais aumentos — não cortes. Isso afetaria tudo, desde criptomoedas e ações até imóveis e mercados de títulos.
Por agora, todos os olhos permanecem no Presidente do Fed, Jerome Powell, e nas próximas reuniões do FOMC, onde a direção da política será analisada com mais rigor do que nunca.