De acordo com dados da Chainalysis, as stablecoins representam agora 84% de todo o volume de transações ilícitas de criptomoedas—um dado impressionante que destaca uma lacuna regulatória crítica. A atual brecha de rendimento continua a alimentar riscos financeiros que se estendem muito além do ecossistema cripto, criando vulnerabilidades às quais instituições financeiras menores e comunidades rurais estão particularmente expostas. Reforçar a fiscalização em torno desses mecanismos não é apenas um ajuste técnico de política; trata-se de proteger a estabilidade financeira de regiões desatendidas e das pessoas que dependem da infraestrutura bancária tradicional. O momento de fechar essas lacunas antes que elas se ampliem ainda mais é agora.
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De acordo com dados da Chainalysis, as stablecoins representam agora 84% de todo o volume de transações ilícitas de criptomoedas—um dado impressionante que destaca uma lacuna regulatória crítica. A atual brecha de rendimento continua a alimentar riscos financeiros que se estendem muito além do ecossistema cripto, criando vulnerabilidades às quais instituições financeiras menores e comunidades rurais estão particularmente expostas. Reforçar a fiscalização em torno desses mecanismos não é apenas um ajuste técnico de política; trata-se de proteger a estabilidade financeira de regiões desatendidas e das pessoas que dependem da infraestrutura bancária tradicional. O momento de fechar essas lacunas antes que elas se ampliem ainda mais é agora.