Recentemente, o ex-membro central da AAVE, Mark Zeller, destacou que a DAO é a força motriz principal na gestão do protocolo, e que não é apenas a Avara, que se tornou uma entidade privada, a única nesse papel. Sua observação vai além de uma simples questão de estrutura operacional, representando um aviso importante sobre a justiça de todo o ecossistema e seu desenvolvimento a longo prazo.
O papel da DAO na gestão real do protocolo
Nos últimos três anos, as principais tarefas de gestão de risco, atualizações técnicas e expansão do ecossistema da AAVE têm sido lideradas pelos fornecedores de serviços da DAO. Assim, o protocolo gerou lucros consideráveis, e as decisões e operações reais sempre estiveram no centro da comunidade DAO. Não se tratou apenas de desenvolvimento, mas também de definir estratégias e coordenar o ecossistema, o que torna claro quem são os verdadeiros protagonistas do protocolo.
Ativos de marca controlados por empresas privadas ameaçam a governança
O problema é que ativos estratégicos de marca, como nomes de domínio ou marcas registradas, estão sendo controlados unilateralmente por empresas privadas. Isso não é apenas uma questão de propriedade. Empresas que gerenciam essas marcas de forma exclusiva podem contornar as decisões da DAO ou ajustar a direção do ecossistema de forma autônoma. Como resultado, a governança baseada na comunidade acaba se tornando formalmente fraca.
O controle da marca que define o futuro do protocolo
O ponto central destacado por Zeller é o impacto de longo prazo que essa estrutura pode ter no ecossistema. O controle fechado de ativos de marca não apenas prejudica a governança da DAO, mas também compromete a justiça do ecossistema e prejudica a atração e retenção de talentos. No final, trata-se de uma questão estrutural que ameaça a base do desenvolvimento de todo o protocolo.
Isso levanta uma questão fundamental que vai além da distribuição de poder entre DAO e empresas privadas: como preservar a essência de um protocolo descentralizado. A forma como a comunidade da AAVE responderá a essa questão provavelmente terá um grande impacto na governança de protocolos semelhantes no futuro.
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AAVE's verdadeiro protagonista é a DAO, a exclusividade de marca de empresas privadas é perigosa
Recentemente, o ex-membro central da AAVE, Mark Zeller, destacou que a DAO é a força motriz principal na gestão do protocolo, e que não é apenas a Avara, que se tornou uma entidade privada, a única nesse papel. Sua observação vai além de uma simples questão de estrutura operacional, representando um aviso importante sobre a justiça de todo o ecossistema e seu desenvolvimento a longo prazo.
O papel da DAO na gestão real do protocolo
Nos últimos três anos, as principais tarefas de gestão de risco, atualizações técnicas e expansão do ecossistema da AAVE têm sido lideradas pelos fornecedores de serviços da DAO. Assim, o protocolo gerou lucros consideráveis, e as decisões e operações reais sempre estiveram no centro da comunidade DAO. Não se tratou apenas de desenvolvimento, mas também de definir estratégias e coordenar o ecossistema, o que torna claro quem são os verdadeiros protagonistas do protocolo.
Ativos de marca controlados por empresas privadas ameaçam a governança
O problema é que ativos estratégicos de marca, como nomes de domínio ou marcas registradas, estão sendo controlados unilateralmente por empresas privadas. Isso não é apenas uma questão de propriedade. Empresas que gerenciam essas marcas de forma exclusiva podem contornar as decisões da DAO ou ajustar a direção do ecossistema de forma autônoma. Como resultado, a governança baseada na comunidade acaba se tornando formalmente fraca.
O controle da marca que define o futuro do protocolo
O ponto central destacado por Zeller é o impacto de longo prazo que essa estrutura pode ter no ecossistema. O controle fechado de ativos de marca não apenas prejudica a governança da DAO, mas também compromete a justiça do ecossistema e prejudica a atração e retenção de talentos. No final, trata-se de uma questão estrutural que ameaça a base do desenvolvimento de todo o protocolo.
Isso levanta uma questão fundamental que vai além da distribuição de poder entre DAO e empresas privadas: como preservar a essência de um protocolo descentralizado. A forma como a comunidade da AAVE responderá a essa questão provavelmente terá um grande impacto na governança de protocolos semelhantes no futuro.