Meta nova tendência de redução de custos: Reality Labs enfrentará ajustes de pessoal

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A Meta Platforms está a ajustar silenciosamente a alocação de recursos do seu departamento de hardware. De acordo com uma reportagem de 13 de janeiro, vários funcionários com conhecimento da situação revelaram que este gigante das redes sociais planeia otimizar o negócio de VR dentro da Reality Labs, podendo entre 10% a 30% dos funcionários desta divisão receber notificações de ajustamento no próximo mês. Esta iniciativa está relacionada com a ponderação estratégica da Meta entre as duas linhas tecnológicas de realidade virtual e aumentada.

Considerações de custo por trás do “enxugamento” do departamento de VR

Atualmente, o departamento Reality Labs é composto por duas partes: a equipa do metaverso e o departamento de dispositivos vestíveis. Este departamento é responsável pelo desenvolvimento de headsets de VR e pela construção de plataformas sociais baseadas em tecnologia VR. Fontes próximas revelaram que a gestão está a preparar uma redução significativa nos postos relacionados com VR, com o objetivo de canalizar os fundos poupados para o projeto de óculos AR. Isto reflete uma reavaliação da estratégia de investimento de longo prazo da Meta na área de realidade virtual.

Os óculos AR tornam-se o novo foco de investimento

Em contraste com a redução do negócio de VR, o desempenho da Meta na área de realidade aumentada tem vindo a ganhar reconhecimento por parte da alta direção. Desde 2021, a Meta colaborou com a Ray-Ban para lançar o seu primeiro produto de óculos AR. Surpreendentemente, as vendas deste produto já superaram largamente as metas inicialmente estabelecidas pela Meta. Este sucesso inesperado no mercado oferece à Meta uma nova direção de desenvolvimento: em vez de continuar a investir massivamente na construção de mundos virtuais, é mais estratégico concentrar recursos na conquista do campo da realidade aumentada, que está mais próximo das necessidades dos consumidores.

Reflexões industriais por trás da economia de custos

Ao ajustar a composição de pessoal na Reality Labs, a Meta está essencialmente a reordenar prioridades. A realidade virtual exige a construção de um ecossistema virtual completo, com ciclos de investimento longos e caminhos de monetização pouco claros; por outro lado, a realidade aumentada pode integrar-se mais rapidamente com cenários da vida real, apresentando maior viabilidade comercial. Ao direcionar recursos do VR para o AR, a Meta tenta alcançar avanços no ecossistema de hardware de forma mais econômica e eficiente.

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