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Wang Shuiming e Hei Shan presos desencadeiam o maior caso de lavagem de dinheiro da história de Singapura, com ativos criptográficos em contas excedendo 110 mil dólares
Singapura enfrenta o seu maior caso de branqueamento de capitais até hoje, que continua a evoluir. O principal suspeito, Wang Shui Ming, foi detido em Montenegro e aguarda extradição para o país. Segundo as últimas investigações da polícia de Singapura, este grupo criminoso aparentemente independente na sua aparência, na verdade, forma uma cadeia de “indústria” transnacional, que vai desde apostas ilegais e fraudes no Sudeste Asiático, até à lavagem de dinheiro com criptomoedas e investimento em ativos de luxo no estrangeiro, tudo cuidadosamente planeado.
Sócio de Wang Shui Ming, Su Wei Yi: De esquema de criptomoedas em Hong Kong à perseguição internacional
O parceiro principal de Wang Shui Ming, Su Wei Yi, tem uma identidade complexa. Foi confirmado que ele é o cérebro por trás da plataforma de criptomoedas Atom Asset Exchange em Hong Kong. No final de 2022, a plataforma enfrentou dificuldades de retirada e acabou por encerrar as operações. Durante esse processo, Su Wei Yi transferiu 16,74 milhões de dólares de Hong Kong (aproximadamente 15,675 milhões de RMB) e fugiu. Foi só em meados de 2024 que ele foi detido pela polícia em Hong Kong.
Mais surpreendente ainda é que várias empresas operadas em conjunto por Su Wei Yi e outros parceiros estão relacionadas ao ex-prefeito filipino de origem chinesa, Guo Huaping, que já foi condenado. Isto demonstra que esta rede criminosa é de grande escala e envolve interesses complexos em vários países.
Grande operação em Singapura: prisão de suspeitos e apreensão de 3 bilhões de dólares de lavagem de dinheiro
Em 15 de agosto de 2023, a polícia de Singapura mobilizou mais de 400 agentes numa operação sem precedentes. Durante a ação, desmantelaram uma gangue criminosa conhecida como “Família de Fujian” e prenderam 10 suspeitos, com idades entre 31 e 44 anos, todos de Fujian, com múltiplos passaportes e identidades bem disfarçadas.
As investigações revelaram que o grupo utilizava métodos sistemáticos: falsificação de documentos, criação de empresas de fachada, transferências de fundos via criptomoedas, entre outros, para “branquear” dinheiro proveniente de apostas ilegais e fraudes na Ásia, investindo depois em imóveis de luxo, carros caros e outros ativos de alto valor em Singapura e no exterior, legalizando assim o dinheiro sujo.
Império de ativos de Wang Shui Ming: uma rede de riqueza que atravessa vários países
Segundo as investigações aprofundadas da polícia de Singapura, a fortuna de Wang Shui Ming fora do país também é impressionante. Na China, ele investiu cerca de 32 milhões de RMB e possui uma fábrica avaliada em várias centenas de milhares de RMB. Em Xiamen, possui duas apartamentos avaliados em cerca de 20 milhões de RMB.
Em Hong Kong, possui uma conta bancária com 2 milhões de HKD em dinheiro vivo, além de criptomoedas avaliadas em 110 mil dólares. Essa posse de ativos digitais demonstra a dependência do grupo criminoso em relação às criptomoedas — que, por sua liquidez internacional e dificuldade de rastreamento, se tornaram ferramentas essenciais na lavagem de dinheiro global.
Cooperação internacional no combate ao crime transnacional
Este caso evidencia a forte cooperação entre as autoridades de Singapura, Hong Kong e China. Desde a investigação inicial do colapso da plataforma, passando pelo rastreamento da rede criminosa, até à captura dos principais suspeitos, cada passo demonstra o compromisso de diferentes países em colaborar. A prisão de Wang Shui Ming e outros envia uma mensagem clara às organizações criminosas internacionais: independentemente de onde operem, no final, não escaparão à justiça.