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Recentemente, tenho pensado numa questão interessante — se a China realmente vendesse toda a sua dívida de 771B de dólares em Títulos do Tesouro dos EUA, a economia americana entraria em colapso imediatamente? Este tema tem sido bastante discutido online, mas muitas pessoas na verdade têm uma compreensão equivocada.
Vamos aos números. A dívida pública dos EUA ultrapassou, no ano passado, a marca de 35 trilhões de dólares, o que equivale a cerca de 10 mil dólares de dívida por cada americano. Como a China é o segundo maior detentor estrangeiro de Títulos do Tesouro dos EUA, com esses 350k, ela representa apenas 2% dos 35 trilhões. Parece pouco, mas no mercado financeiro internacional, esses 2% podem realmente causar ondas de choque.
Se você perguntar “Qual seria a consequência de a China vender esses títulos”, a resposta é — a curto prazo, certamente haverá turbulência. A oferta de Títulos do Tesouro dos EUA aumentaria repentinamente, os preços poderiam cair, os rendimentos subir, e o custo de empréstimo dos EUA aumentaria. A economia global também sentiria um abalo, outros mercados poderiam oscilar, e os investidores poderiam entrar em pânico e transferir seus recursos. Parece que os EUA estão condenados, certo?
Mas há um ponto crucial — na verdade, a venda de Títulos do Tesouro dos EUA pela China também não é isenta de prejuízos para ela própria. O risco de desvalorização do dólar viria imediatamente, e como a China é o maior país detentor de reservas cambiais do mundo, com uma grande quantidade de ativos em dólares, uma queda do dólar também nos prejudicaria. Portanto, do ponto de vista econômico racional, manter esses títulos e não vendê-los é mais vantajoso — isso virou uma espécie de moeda de troca na diplomacia econômica: ao segurar essa “carta na manga”, a China pode usá-la em momentos críticos.
Recentemente, percebi que, em vez de uma operação tão radical quanto vender Títulos do Tesouro, a maior ameaça à economia dos EUA na verdade vem da onda global de “desdolarização”. Essa é uma mudança de longo prazo, de impacto sistêmico.
Pense bem: como os EUA têm jogado nos últimos anos? Quando enfrentam dificuldades econômicas, imprimem mais dinheiro, fazem afrouxamento quantitativo e despejam dólares no mercado. A curto prazo, as empresas americanas se beneficiam, mas o dólar em excesso acaba fluindo para outros países, especialmente nações em desenvolvimento com economias frágeis. Quando esses países veem o dólar barato, eles tomam empréstimos, investem e consomem, acumulando uma grande quantidade de dívida em dólares. Quando a economia americana se recupera e o Federal Reserve aumenta as taxas de juros, o capital internacional começa a sair desses países e voltar para os EUA. Essa dinâmica — que já causou a perda de uma década na América Latina, crises financeiras no Sudeste Asiático e, recentemente, crises econômicas na Argentina e na Turquia — tem o dedo dos EUA por trás.
Por isso, atualmente, muitos países estão insatisfeitos. Segundo relatos, até meados de 2024, quase metade das nações do mundo já começou a “desdolarizar”. Economias emergentes lideram esse movimento, a China promove a internacionalização do yuan, os BRICS estão criando um novo sistema de liquidação financeira, e até alguns países tradicionais desenvolvidos estão seguindo essa tendência.
Para ser honesto, as consequências de a China vender seus Títulos do Tesouro dos EUA não são tão graves quanto parecem — na verdade, isso reflete uma questão mais profunda: o declínio da hegemonia do dólar já é inevitável. Em vez de uma simples venda, a substituição sistêmica pelo processo de desdolarização é que realmente tem o potencial de mudar o cenário econômico global.
A China desempenha um papel fundamental nesse processo. Como maior país em desenvolvimento do mundo, cada passo que damos pode influenciar a configuração da economia global. Em vez de ficarmos presos à ideia de “e se vendermos os títulos”, é melhor olharmos para o que estamos fazendo — promovendo a desdolarização, internacionalizando o yuan, construindo novos sistemas financeiros. Essa é a verdadeira forma de reescrever o futuro.
No final das contas, possuir ou vender Títulos do Tesouro dos EUA é apenas uma questão superficial. A verdadeira disputa é sobre quem consegue liderar a próxima era da ordem financeira mundial. Essa história ainda está no começo, e há muito por vir.