A história repete-se sempre de forma surpreendente.


Na altura, o Japão detinha 80% da memória mundial; os EUA, pressionando o iene e, com o acordo dos semicondutores, cortaram-lhe diretamente as pernas e deram início aos «trinta anos perdidos».
Hoje, a Samsung e a SK hynix monopolizam a memória e a HBM, e os EUA voltam a usar subsídios para forçar a capacidade produtiva a mudar para os EUA, bloqueando fábricas na China e apoiando fortemente a Micron com grandes somas.
A Coreia do Sul vai seguir o caminho do Japão?
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