O mundo das criptomoedas segue Buffett e copia o trabalho! 10 indicadores rígidos de seleção de ações, que qualquer pessoa pode aprender com uma olhada (com a fórmula mágica para ganhar dinheiro)
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O mundo das criptomoedas segue Buffett e copia o trabalho! 10 indicadores rígidos de seleção de ações, que qualquer pessoa pode aprender com uma olhada (com a fórmula mágica para ganhar dinheiro)
Hoje vamos falar sobre os 10 indicadores mais importantes que Buffett valoriza na hora de escolher ações,
todos em uma linguagem simples que qualquer pessoa consegue entender! Na verdade, escolher ações não é tão complicado,
basta focar em alguns números-chave,
e combiná-los com o senso comum,
a taxa de sucesso pode aumentar bastante.
O que é ROE? Simplificando, é “a eficiência de usar o dinheiro dos acionistas para ganhar dinheiro”.
Por exemplo, você investe 100 mil para abrir uma loja,
ganha 20 mil de lucro líquido por ano,
ROE é 20%.
Buffett diz,
empresas com ROE superior a 20% por 5 a 10 anos consecutivos,
provavelmente são “estudantes nota máxima” — indicando que conseguem usar um capital limitado para ganhar mais dinheiro,
e não dependem de sorte,
mas sim de habilidade!
Por exemplo,
a Moutai tem ROE acima de 30% há anos,
o que equivale a investir 100 mil,
e ela te ajudar a ganhar 30 mil por ano,
e continuar assim por muitos anos,
isso demonstra sua vantagem competitiva.
Mas atenção,
não olhe só um dado de um ano,
é preciso verificar a estabilidade a longo prazo,
quedas ou aumentos repentinos,
provavelmente são truques.
Controle de custos rigoroso!
Margem bruta é “quanto de lucro você consegue ao vender por 100”.
Por exemplo, você vende um pão de 10 reais,
custa 4 reais para fazer,
lucro de 6 reais,
margem de 60%.
Buffett exige que a margem bruta seja acima de 60%,
por quê? Porque só com uma margem grande,
você consegue suportar riscos! Como aumento de preço de matérias-primas,
ou uma guerra de preços com concorrentes,
sem prejuízo.
Por exemplo, bebidas alcoólicas premium como Guizhou Moutai,
Wuliangye, etc.,
podem ter margem de 70% a 80%,
mesmo com altos gastos em publicidade,
ainda assim lucram bastante.
Por outro lado,
se uma empresa tem margem bruta de apenas 30%,
qualquer mudança (como aumento de aluguel,
ou custo de mão de obra),
pode levá-la ao prejuízo,
não vale a pena investir.
Não basta só fazer barulho!
A margem líquida é mais concreta,
ou seja, “após descontar todos os custos,
quanto de lucro líquido você consegue com 100”.
Por exemplo, aquela padaria,
margem bruta de 60%,
mas se o aluguel,
mão de obra,
impostos, custarem 40 reais,
a margem líquida fica só 20%.
Buffett exige pelo menos 20% de margem líquida,
mostrando que a empresa não só consegue lucrar,
mas também “economizar” — alta eficiência gerencial,
sem gastar à toa.
Algumas empresas parecem lucrativas por causa do alto faturamento,
como as que fazem muitas promoções na internet,
com margem bruta boa,
mas a margem líquida fica sempre na casa de um dígito,
ou até no prejuízo,
são “falsamente fortes”,
não vale a pena.
Veja o Walmart,
que consegue uma margem líquida de 3% a 4% com gestão de cadeia de suprimentos,
mas trabalha com margens pequenas e grande volume,
Buffett não investe nisso,
ele busca “duplo alto”: alta margem bruta + alta margem líquida,
como a Laoganma,
que tem margem líquida acima de 25%,
dinheiro de verdade no bolso.
Recupera o investimento em até 14 anos
P/E (preço sobre lucro) é “quanto tempo leva para recuperar o investimento na empresa com o lucro”.
Por exemplo, uma empresa vale 14 bilhões,
ganha 1 bilhão por ano,
P/E é 14,
ou seja, leva 14 anos para recuperar o valor investido.
Buffett prefere P/E abaixo de 14,
pois acha que oferece melhor relação custo-benefício.
Claro que,
não dá para aplicar a mesma regra para todos os setores,
por exemplo, ações de tecnologia podem ter P/E mais alto,
mas setores tradicionais,
empresas maduras, se o P/E passar de 20,
é preciso ficar atento,
pode estar caro demais.
Um erro comum: não comprar só porque o P/E é baixo,
é preciso verificar se a empresa consegue manter lucros estáveis.
Se uma empresa lucra 1 bilhão este ano,
e no próximo pode perder 500 milhões,
mesmo com P/E de 10, não vale a pena,
pois não há garantia de retorno.
Buffett busca “barato + estabilidade”,
como a Coca-Cola,
que tem P/E em torno de 15 há anos,
lucra de forma consistente,
isso é confiável.
Devolvendo dinheiro aos acionistas de forma real
Dividendos são “dinheiro que a empresa distribui aos acionistas”.
Por exemplo, você investe 100 mil em ações,
recebe 5 mil por ano,
taxa de dividendos de 5%.
Buffett acha que,
empresas que distribuem dividendos altos continuamente,
primeiro, realmente lucram (sem dinheiro, não há dividendos),
e segundo, são responsáveis com os acionistas.
Como Bank of America,
Coca-Cola,
que distribuem entre 3% e 5% de dividendos anuais,
e há décadas não deixam de pagar.
Mas atenção,
empresas em crescimento podem não pagar dividendos,
preferem reinvestir os lucros para expandir,
o que também é normal.
Porém,
empresas maduras que não distribuem dividendos por anos,
e dizem “usamos o dinheiro para reinvestir”,
devem ser analisadas com cuidado — pode ser que o dinheiro esteja sendo mal utilizado,
ou que não estejam lucrando o suficiente.
Buffett só investe nas “maiores” ou “segundas maiores” de cada setor.
Por quê? Porque o líder tem poder de definir preços,
fazer regras,
e é difícil de ser desbancado.
Por exemplo, no setor de ar-condicionado, a Gree,
no de bebidas alcoólicas, a Moutai,
no de entregas, a SF Express (embora esteja em queda agora,
se Buffett tivesse investido em entregas na época,
com certeza escolheria o líder).
Ser líder de setor mesmo cometendo erros,
tem margem de erro.
Se uma pequena empresa lança uma nova tecnologia,
o líder pode comprar ou adquirir,
transformando ameaça em vantagem.
Já uma pequena empresa em crise,
pode ser eliminada rapidamente.
Por isso, a dica é: escolha “o líder”,
não o coadjuvante.
Marca é “não precisa explicar,
todo mundo confia”.
Por exemplo, ao comprar molho de soja,
primeiro pensa na Hsian Tian; ao comprar leite,
na Yili ou Mengniu; ao comprar pasta de dente,
na Yunnan Baiyao.
Marcas assim têm fluxo de clientes garantido,
e consumidores estão dispostos a pagar mais por elas,
é o “valor de marca”.
Buffett investiu na Coca-Cola justamente por sua força de marca “reconhecida mundialmente”.
Mesmo que a fórmula mude,
só pelo nome, consegue continuar lucrando.
Por outro lado,
empresas que dependem de preços baixos,
sem reconhecimento de marca,
quando os custos sobem,
precisam baixar preços também,
a margem fica menor,
difícil de sustentar a longo prazo.
sem depender de empréstimos
Para avaliar uma boa empresa,
não basta olhar só o balanço,
é preciso verificar se ela tem “dinheiro em caixa”.
Por exemplo, uma empresa tem 10 bilhões de lucro,
mas tem 15 bilhões em contas a receber (dinheiro que os clientes devem),
e precisa pegar mais 5 bilhões emprestados para pagar salários,
isso é “lucro falso”.
Buffett prefere empresas cujo “dinheiro vem do próprio negócio”,
ou seja, cujo fluxo de caixa operacional é positivo,
e cobre investimentos e pagamento de dívidas,
mostrando que a empresa consegue “gerar seu próprio dinheiro”.
Por exemplo, a Apple,
que tem bilhões em caixa,
não precisa de empréstimos,
pode fazer o que quiser,
e tem alta resistência a riscos.
Empresas realmente boas,
têm um “direito especial”: se o custo aumenta,
podem repassar o aumento ao consumidor,
que ainda assim quer comprar.
Por exemplo, a Moutai,
que aumenta o preço de venda quando o custo sobe,
sem perder vendas; marcas de luxo,
que aumentam preços anualmente,
e continuam vendendo bem.
Isso mostra que elas têm “poder de precificação”,
que vem da marca,
tecnologia ou recursos exclusivos.
Por outro lado,
empresas de produtos comuns,
como toalhas,
meias,
quando o custo sobe, não conseguem aumentar o preço,
e os consumidores trocam por outras marcas,
só absorvendo o aumento de custo,
e a margem diminui.
Esse tipo de empresa sofre bastante com a inflação,
e Buffett não investe nelas.
A relação dívida/patrimônio é “quanto de dinheiro emprestado em relação ao total de ativos”.
Buffett prefere empresas com baixa alavancagem,
como aquelas com dívida abaixo de 30%.
Empresas altamente endividadas,
como construtoras ou imobiliárias,
que dependem de empréstimos para crescer,
quando as taxas sobem ou as vendas caem,
podem ter problemas de liquidez.
Claro que,
alguns setores precisam de dívida, como bancos,
seguros, etc.,
mas empresas de manufatura ou consumo, se tiverem dívidas demais,
devem ficar atentos.
Por exemplo, uma empresa com ativos de 10 bilhões,
e dívidas de 8 bilhões,
quase toda a estrutura é financiada por empréstimos,
e grande parte do lucro vai para pagar juros,
risco alto demais.
Por isso, o ideal é escolher empresas com “dinheiro no caixa e sem dívidas”,
que sejam sólidas!
Resumo: escolher ações é como escolher um parceiro,
precisa ser “agradável e confiável”.
Resuma esses 10 indicadores em 4 frases:
Lucro alto: margem bruta > 60% (vende caro, controla bem os custos),
margem líquida > 20% (após todas as despesas, ainda sobra bastante),
Preço acessível: P/E < 14 (compra barato, recupera rápido),
Vantagem competitiva forte: líder de setor,
marca forte,
pode aumentar preços,
fluxo de caixa saudável (não perde clientes),
e confiável: baixa dívida,
dividendos generosos (não faz besteira, valor para acionista).
Para nós, investidores comuns,
não precisa entender relatórios complexos,
basta ficar de olho nesses números: margem bruta,
margem líquida,
P/E,
ROE,
dividendos,
e usar o senso comum (você costuma comprar os produtos da empresa? O reconhecimento da marca é forte?),
assim, consegue eliminar 90% das empresas ruins.
Lembre-se: boas empresas são “simples e fáceis de entender”,
não precisam de análises de especialistas,
você consegue entender como elas ganham dinheiro,
e essas são as que valem a pena manter por mais tempo.
Por fim, uma frase: investir em ações não é tão misterioso,
a essência do método de Buffett é “escolher os melhores,
comprar barato,
e manter por longo prazo”.
Se seguirmos essa lógica,
não prometo ficar rico da noite para o dia,
mas pelo menos evitamos muitos erros,
e vamos acumulando patrimônio aos poucos.
Porém, o número de opções de investimento ainda é muito pequeno.