A última reportagem da OCDE sugere perspectivas que merecem atenção. A taxa de inflação na Argentina deve diminuir significativamente de 41,7% em 2025 para 17,6% em 2026, e ainda se espera que estabilize em 10% até 2027.
As reformas do governo de Milley dão frutos
As políticas de austeridade e reformas orientadas para o mercado lideradas pelo presidente Javier Milley estão começando a mostrar resultados concretos na contenção da inflação. As previsões da OCDE indicam que a reforma estrutural da economia argentina está, por ora, no caminho do sucesso. Para o país, que enfrentou uma crise cambial, essa rápida redução na inflação será um marco importante na estabilização econômica.
Movimento na América Latina em contraste
Por outro lado, a OCDE aponta que a Turquia será o país do G20 com a maior inflação até 2026. Regionalmente, as taxas de inflação no Brasil e no México também mostram tendência de queda, o que indica que ajustes estruturais estão em andamento em toda a América Latina e na economia ao redor.
A redução da pressão inflacionária na Argentina pode também contribuir para a estabilização do peso, sendo um fator de atenção para os movimentos dos usuários de criptomoedas na América do Sul.
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Os efeitos da reforma de Milei tornam-se claros: a desaceleração da inflação na Argentina acelera-se
A última reportagem da OCDE sugere perspectivas que merecem atenção. A taxa de inflação na Argentina deve diminuir significativamente de 41,7% em 2025 para 17,6% em 2026, e ainda se espera que estabilize em 10% até 2027.
As reformas do governo de Milley dão frutos
As políticas de austeridade e reformas orientadas para o mercado lideradas pelo presidente Javier Milley estão começando a mostrar resultados concretos na contenção da inflação. As previsões da OCDE indicam que a reforma estrutural da economia argentina está, por ora, no caminho do sucesso. Para o país, que enfrentou uma crise cambial, essa rápida redução na inflação será um marco importante na estabilização econômica.
Movimento na América Latina em contraste
Por outro lado, a OCDE aponta que a Turquia será o país do G20 com a maior inflação até 2026. Regionalmente, as taxas de inflação no Brasil e no México também mostram tendência de queda, o que indica que ajustes estruturais estão em andamento em toda a América Latina e na economia ao redor.
A redução da pressão inflacionária na Argentina pode também contribuir para a estabilização do peso, sendo um fator de atenção para os movimentos dos usuários de criptomoedas na América do Sul.