A criptomoeda lending está a tornar-se numa das áreas de crescimento mais rápido na indústria de criptografia até 2026. Este serviço financeiro inovador permite que utilize ativos digitais como garantia, emprestando moeda fiduciária ou outras criptomoedas, sem precisar vender os ativos que possui.
Segundo especialistas do setor, os empréstimos em criptomoedas têm duas principais finalidades: otimização de impostos diferidos e aumento do leverage nas negociações. No entanto, este serviço financeiro também traz riscos de liquidação devido à volatilidade do mercado.
01 Princípios básicos do empréstimo
Os empréstimos em criptomoedas diferem essencialmente dos empréstimos tradicionais. Simplificando, pode usar ativos digitais como Bitcoin, Ethereum, etc., como garantia para emprestar stablecoins, moeda fiduciária ou outras criptomoedas.
Durante o período do empréstimo, precisa pagar juros conforme o acordo e, na maturidade, reembolsar o principal. Após o pagamento, recupera o controlo sobre os ativos de garantia.
A principal vantagem deste modelo é que não é necessário passar por uma verificação de crédito; todo o processo baseia-se no valor dos ativos de garantia, e não no histórico de crédito pessoal. Pode colocar ativos criptográficos em staking em contratos inteligentes ou plataformas centralizadas, obtendo liquidez sem precisar vender os ativos.
02 Centralizado e descentralizado
O mercado de empréstimos em criptomoedas divide-se principalmente em duas correntes: CeFi (finanças centralizadas) e DeFi (finanças descentralizadas), cada uma com características que atendem a diferentes necessidades dos utilizadores.
CeFi: Conveniente, mas requer confiança
No modelo CeFi, a plataforma centralizada detém as chaves privadas dos seus ativos de garantia. Isto significa que delega o controlo dos seus ativos a uma terceira parte. Estas plataformas geralmente oferecem uma interface de utilizador mais intuitiva e suporte ao cliente especializado, sendo adequadas para iniciantes em criptomoedas.
No entanto, os empréstimos CeFi também apresentam riscos. Nos últimos anos, algumas instituições de empréstimo centralizadas faliram devido à má gestão, como os casos da BlockFi, Voyager e Celsius. Portanto, é crucial escolher plataformas com boa reputação e conformidade regulatória.
DeFi: Autonomia, mas requer conhecimento técnico
Os protocolos DeFi operam através de contratos inteligentes, sem necessidade de intermediários. Estes sistemas normalmente utilizam um modelo de sobrecolateralização, concedendo empréstimos em forma de stablecoins.
As vantagens do DeFi incluem transparência e autonomia, mas requerem que o utilizador possua conhecimentos técnicos. O risco de contratos inteligentes é uma consideração importante; se houver vulnerabilidades no código, pode resultar na perda de fundos. Além disso, uma queda significativa no valor do colateral pode desencadear uma liquidação automática.
03 Duas motivações para o empréstimo
Os investidores escolhem empréstimos em criptomoedas com base em duas estratégias principais, que se tornam especialmente relevantes num contexto de maior volatilidade do mercado em 2026.
Primeiro, a estratégia de otimização fiscal. Ao usar criptomoedas como garantia para empréstimos, em vez de vendê-las diretamente, pode evitar pagar impostos sobre ganhos de capital imediatamente. Esta estratégia é particularmente útil quando espera que os seus ativos valorizem no futuro.
Em segundo lugar, a estratégia de amplificação de leverage. Se tem uma perspetiva otimista a longo prazo sobre uma determinada criptomoeda, pode usar a sua posição existente como garantia para emprestar fundos e comprar mais desse ativo.
Esta operação pode ampliar a sua exposição ao mercado e os potenciais lucros, mas também aumenta o risco.
04 Fatores-chave na escolha da plataforma
Diante de tantas plataformas de empréstimo em criptomoedas, como fazer uma escolha informada? Os seguintes indicadores e análises comparativas ajudarão a encontrar a solução de empréstimo mais adequada para si.
Taxa de juro (APR/APY) e relação de valor de empréstimo (LTV) são os principais indicadores para avaliar uma plataforma de empréstimo. A taxa de juro determina o custo do seu empréstimo, enquanto o LTV indica quanto de fundos pode obter com a sua garantia.
Nome da plataforma
Faixa típica de taxas
LTV
Ativos suportados
Tipo de plataforma
Aave
Média de 7.73% de taxa anual
Relacionado com ativos, sobrecolateralização
ETH, wETH, wBTC, stETH, etc.
DeFi
Compound
Média de 4.72%
Relacionado com ativos, sobrecolateralização
ETH, LINK, wstETH, COMP, etc.
DeFi
Unchained Capital
A partir de 15.20%
Mínimo de 50%
BTC e moeda fiduciária
CeFi
Ledn
12.4% APR
A partir de 50%
BTC e USD
CeFi
A segurança é outro fator que não deve ser negligenciado. Ao avaliar uma plataforma, considere o método de custódia dos fundos, se há rehipotecação de ativos dos clientes e o histórico de segurança. Para plataformas DeFi, a auditoria do contrato inteligente e o grau de descentralização também são importantes.
05 Pontos-chave na gestão de riscos
A volatilidade dos empréstimos em criptomoedas é tanto uma oportunidade quanto um desafio. Dados de mercado de 2026 mostram que os preços das principais criptomoedas variam bastante, o que afeta diretamente o valor do colateral e o risco de liquidação.
Aviso de mecanismo de liquidação
A maioria das plataformas de empréstimo possui mecanismos automáticos de liquidação, que vendem automaticamente parte do colateral quando o seu valor cai abaixo de um determinado limiar de LTV, para reduzir a dívida.
Se, após a liquidação, ainda sobrar saldo do colateral, este será devolvido a si. Mas, se o valor obtido na venda não for suficiente para saldar a dívida, poderá ter que pagar fundos adicionais.
Diversificação de riscos
Para reduzir riscos, considere diversificar os ativos de garantia, evitando depender excessivamente de uma única moeda. Além disso, usar stablecoins como garantia pode diminuir significativamente a volatilidade do valor.
Manter uma proporção de garantia adequada, sem emprestar uma percentagem excessiva do valor do colateral, oferece uma margem de segurança em caso de queda do mercado.
Perspetivas futuras
À medida que o mercado de criptomoedas amadurece, cada vez mais investidores percebem que quem realmente consegue preservar a riqueza não são aqueles que agarram os ativos com força, mas sim os sábios que sabem como fazer os ativos crescerem em movimento.
Nas plataformas de negociação como a Gate, os utilizadores podem monitorizar em tempo real as cotações do Bitcoin e Ethereum, além de usar ferramentas de empréstimo seguras e confiáveis, permitindo que os ativos criptográficos adormecidos libertem um potencial mais forte.
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Guia de Empréstimos de Criptomoedas 2026: Como Utilizar Ativos Digitais para Liberar Liquidez
A criptomoeda lending está a tornar-se numa das áreas de crescimento mais rápido na indústria de criptografia até 2026. Este serviço financeiro inovador permite que utilize ativos digitais como garantia, emprestando moeda fiduciária ou outras criptomoedas, sem precisar vender os ativos que possui.
Segundo especialistas do setor, os empréstimos em criptomoedas têm duas principais finalidades: otimização de impostos diferidos e aumento do leverage nas negociações. No entanto, este serviço financeiro também traz riscos de liquidação devido à volatilidade do mercado.
01 Princípios básicos do empréstimo
Os empréstimos em criptomoedas diferem essencialmente dos empréstimos tradicionais. Simplificando, pode usar ativos digitais como Bitcoin, Ethereum, etc., como garantia para emprestar stablecoins, moeda fiduciária ou outras criptomoedas.
Durante o período do empréstimo, precisa pagar juros conforme o acordo e, na maturidade, reembolsar o principal. Após o pagamento, recupera o controlo sobre os ativos de garantia.
A principal vantagem deste modelo é que não é necessário passar por uma verificação de crédito; todo o processo baseia-se no valor dos ativos de garantia, e não no histórico de crédito pessoal. Pode colocar ativos criptográficos em staking em contratos inteligentes ou plataformas centralizadas, obtendo liquidez sem precisar vender os ativos.
02 Centralizado e descentralizado
O mercado de empréstimos em criptomoedas divide-se principalmente em duas correntes: CeFi (finanças centralizadas) e DeFi (finanças descentralizadas), cada uma com características que atendem a diferentes necessidades dos utilizadores.
CeFi: Conveniente, mas requer confiança
No modelo CeFi, a plataforma centralizada detém as chaves privadas dos seus ativos de garantia. Isto significa que delega o controlo dos seus ativos a uma terceira parte. Estas plataformas geralmente oferecem uma interface de utilizador mais intuitiva e suporte ao cliente especializado, sendo adequadas para iniciantes em criptomoedas.
No entanto, os empréstimos CeFi também apresentam riscos. Nos últimos anos, algumas instituições de empréstimo centralizadas faliram devido à má gestão, como os casos da BlockFi, Voyager e Celsius. Portanto, é crucial escolher plataformas com boa reputação e conformidade regulatória.
DeFi: Autonomia, mas requer conhecimento técnico
Os protocolos DeFi operam através de contratos inteligentes, sem necessidade de intermediários. Estes sistemas normalmente utilizam um modelo de sobrecolateralização, concedendo empréstimos em forma de stablecoins.
As vantagens do DeFi incluem transparência e autonomia, mas requerem que o utilizador possua conhecimentos técnicos. O risco de contratos inteligentes é uma consideração importante; se houver vulnerabilidades no código, pode resultar na perda de fundos. Além disso, uma queda significativa no valor do colateral pode desencadear uma liquidação automática.
03 Duas motivações para o empréstimo
Os investidores escolhem empréstimos em criptomoedas com base em duas estratégias principais, que se tornam especialmente relevantes num contexto de maior volatilidade do mercado em 2026.
Primeiro, a estratégia de otimização fiscal. Ao usar criptomoedas como garantia para empréstimos, em vez de vendê-las diretamente, pode evitar pagar impostos sobre ganhos de capital imediatamente. Esta estratégia é particularmente útil quando espera que os seus ativos valorizem no futuro.
Em segundo lugar, a estratégia de amplificação de leverage. Se tem uma perspetiva otimista a longo prazo sobre uma determinada criptomoeda, pode usar a sua posição existente como garantia para emprestar fundos e comprar mais desse ativo.
Esta operação pode ampliar a sua exposição ao mercado e os potenciais lucros, mas também aumenta o risco.
04 Fatores-chave na escolha da plataforma
Diante de tantas plataformas de empréstimo em criptomoedas, como fazer uma escolha informada? Os seguintes indicadores e análises comparativas ajudarão a encontrar a solução de empréstimo mais adequada para si.
Taxa de juro (APR/APY) e relação de valor de empréstimo (LTV) são os principais indicadores para avaliar uma plataforma de empréstimo. A taxa de juro determina o custo do seu empréstimo, enquanto o LTV indica quanto de fundos pode obter com a sua garantia.
A segurança é outro fator que não deve ser negligenciado. Ao avaliar uma plataforma, considere o método de custódia dos fundos, se há rehipotecação de ativos dos clientes e o histórico de segurança. Para plataformas DeFi, a auditoria do contrato inteligente e o grau de descentralização também são importantes.
05 Pontos-chave na gestão de riscos
A volatilidade dos empréstimos em criptomoedas é tanto uma oportunidade quanto um desafio. Dados de mercado de 2026 mostram que os preços das principais criptomoedas variam bastante, o que afeta diretamente o valor do colateral e o risco de liquidação.
Aviso de mecanismo de liquidação
A maioria das plataformas de empréstimo possui mecanismos automáticos de liquidação, que vendem automaticamente parte do colateral quando o seu valor cai abaixo de um determinado limiar de LTV, para reduzir a dívida.
Se, após a liquidação, ainda sobrar saldo do colateral, este será devolvido a si. Mas, se o valor obtido na venda não for suficiente para saldar a dívida, poderá ter que pagar fundos adicionais.
Diversificação de riscos
Para reduzir riscos, considere diversificar os ativos de garantia, evitando depender excessivamente de uma única moeda. Além disso, usar stablecoins como garantia pode diminuir significativamente a volatilidade do valor.
Manter uma proporção de garantia adequada, sem emprestar uma percentagem excessiva do valor do colateral, oferece uma margem de segurança em caso de queda do mercado.
Perspetivas futuras
À medida que o mercado de criptomoedas amadurece, cada vez mais investidores percebem que quem realmente consegue preservar a riqueza não são aqueles que agarram os ativos com força, mas sim os sábios que sabem como fazer os ativos crescerem em movimento.
Nas plataformas de negociação como a Gate, os utilizadores podem monitorizar em tempo real as cotações do Bitcoin e Ethereum, além de usar ferramentas de empréstimo seguras e confiáveis, permitindo que os ativos criptográficos adormecidos libertem um potencial mais forte.