Naquele momento em que a estátua, puxada por uma grua, caiu no chão, muitos transeuntes respiraram aliviados. O impacto visual diário finalmente desapareceu, e os cidadãos puderam deixar de se preocupar com aquela sensação constrangedora.
Situações semelhantes têm ocorrido em várias cidades. A justificativa oficial é direta — as reclamações superaram as expectativas, e a voz dos cidadãos prevaleceu sobre todas as outras considerações.
Isso enfureceu o mundo da arte. Nos grupos de discussão da escola de arte, o debate explodiu, com vozes de "populismo esmagando a arte" incessantes. Mas há uma reviravolta que tem sido ignorada: a arte pública não é uma obra isolada, apreciada apenas dentro de um museu. Ela está ali, todos os dias, na sua rua, na sua rota para o trabalho, tornando-se uma "vizinha" de cada passante.
Alguns governos locais começaram a agir de verdade. Algumas cidades exigem que novas esculturas passem por audiências públicas, convidando idosos e moradores locais, garantindo um período de 30 dias para divulgação. Se a comunidade se opuser fortemente, a obra é derrubada e refeita. Os departamentos de cultura e turismo também estão elaborando novas regras, deixando claro que: obras de arte devem primeiro resistir ao olhar do público comum antes de discutir sua profundidade.
No fundo, qual é a essência da cidade? Não é um campo de testes para artistas, mas um lugar onde milhões de pessoas vivem e buscam seu sustento todos os dias. Esculturas podem ser ousadas, podem ser vanguardistas, mas não devem deixar quem volta do trabalho se sentir mal por dentro. A estética tem seus limites, mas o espaço público não tem saída — ele deve ser construído com base na empatia.
Ver original
Esta página pode conter conteúdo de terceiros, que é fornecido apenas para fins informativos (não para representações/garantias) e não deve ser considerada como um endosso de suas opiniões pela Gate nem como aconselhamento financeiro ou profissional. Consulte a Isenção de responsabilidade para obter detalhes.
Naquele momento em que a estátua, puxada por uma grua, caiu no chão, muitos transeuntes respiraram aliviados. O impacto visual diário finalmente desapareceu, e os cidadãos puderam deixar de se preocupar com aquela sensação constrangedora.
Situações semelhantes têm ocorrido em várias cidades. A justificativa oficial é direta — as reclamações superaram as expectativas, e a voz dos cidadãos prevaleceu sobre todas as outras considerações.
Isso enfureceu o mundo da arte. Nos grupos de discussão da escola de arte, o debate explodiu, com vozes de "populismo esmagando a arte" incessantes. Mas há uma reviravolta que tem sido ignorada: a arte pública não é uma obra isolada, apreciada apenas dentro de um museu. Ela está ali, todos os dias, na sua rua, na sua rota para o trabalho, tornando-se uma "vizinha" de cada passante.
Alguns governos locais começaram a agir de verdade. Algumas cidades exigem que novas esculturas passem por audiências públicas, convidando idosos e moradores locais, garantindo um período de 30 dias para divulgação. Se a comunidade se opuser fortemente, a obra é derrubada e refeita. Os departamentos de cultura e turismo também estão elaborando novas regras, deixando claro que: obras de arte devem primeiro resistir ao olhar do público comum antes de discutir sua profundidade.
No fundo, qual é a essência da cidade? Não é um campo de testes para artistas, mas um lugar onde milhões de pessoas vivem e buscam seu sustento todos os dias. Esculturas podem ser ousadas, podem ser vanguardistas, mas não devem deixar quem volta do trabalho se sentir mal por dentro. A estética tem seus limites, mas o espaço público não tem saída — ele deve ser construído com base na empatia.