Fazer empréstimos DeFi para obter rendimento parece muito atraente, mas essa atividade é como dançar numa zona de explosivos: um passo em falso e pode acontecer uma explosão. Para sair vivo dessa, é preciso conhecer esses riscos.
Primeiro, o risco de bugs em contratos inteligentes. Todas as operações desses protocolos têm sua lógica registrada na blockchain, o código está lá, acessível a todos. O problema é que, mesmo após auditorias, é difícil garantir que não haja vulnerabilidades que hackers possam explorar. Se for atacado, o dinheiro nos pools de liquidez pode desaparecer num piscar de olhos. Em suma, ao escolher esses protocolos, você está apostando na competência da equipe de desenvolvimento, na rigorosidade das auditorias e na velocidade de reação da comunidade.
Em seguida, vem o risco de liquidação forçada, que é o maior medo dos players de empréstimo. Vamos pegar o BNB como exemplo — você faz uma garantia de BNB para pegar stablecoins, e de repente o preço da moeda despenca. Quando o BNB atingir um determinado valor, o valor da sua garantia já não será suficiente para cobrir a dívida, e o protocolo, para se proteger, irá automaticamente liquidar sua posição. Além de ter seus ativos vendidos à força, o sistema ainda cobrará uma taxa de liquidação, e a perda pode ser muito maior do que uma simples queda de preço.
Como evitar esses riscos? Nunca utilize o limite máximo de empréstimo. Por exemplo, se o BNB está a 600 dólares, calcule para que, mesmo caindo até 400 dólares, a liquidação não seja acionada. Assim, você consegue dormir tranquilo. É fundamental deixar uma margem de segurança (buffer).
Por último, o risco de stablecoins desancorarem. Você acha que USDT, USDC ou algumas stablecoins autônomas vão valer sempre 1 dólar? Esqueça esse sonho. Elas podem ter problemas de crédito, falhas no mecanismo, ou até uma crise de confiança no mercado. Uma vez desancoradas, suas stablecoins podem valer apenas 80 centavos.
A solução é simples: não coloque todos os ovos na mesma cesta. Diversifique seus investimentos em diferentes stablecoins para espalhar o risco.
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Fazer empréstimos DeFi para obter rendimento parece muito atraente, mas essa atividade é como dançar numa zona de explosivos: um passo em falso e pode acontecer uma explosão. Para sair vivo dessa, é preciso conhecer esses riscos.
Primeiro, o risco de bugs em contratos inteligentes. Todas as operações desses protocolos têm sua lógica registrada na blockchain, o código está lá, acessível a todos. O problema é que, mesmo após auditorias, é difícil garantir que não haja vulnerabilidades que hackers possam explorar. Se for atacado, o dinheiro nos pools de liquidez pode desaparecer num piscar de olhos. Em suma, ao escolher esses protocolos, você está apostando na competência da equipe de desenvolvimento, na rigorosidade das auditorias e na velocidade de reação da comunidade.
Em seguida, vem o risco de liquidação forçada, que é o maior medo dos players de empréstimo. Vamos pegar o BNB como exemplo — você faz uma garantia de BNB para pegar stablecoins, e de repente o preço da moeda despenca. Quando o BNB atingir um determinado valor, o valor da sua garantia já não será suficiente para cobrir a dívida, e o protocolo, para se proteger, irá automaticamente liquidar sua posição. Além de ter seus ativos vendidos à força, o sistema ainda cobrará uma taxa de liquidação, e a perda pode ser muito maior do que uma simples queda de preço.
Como evitar esses riscos? Nunca utilize o limite máximo de empréstimo. Por exemplo, se o BNB está a 600 dólares, calcule para que, mesmo caindo até 400 dólares, a liquidação não seja acionada. Assim, você consegue dormir tranquilo. É fundamental deixar uma margem de segurança (buffer).
Por último, o risco de stablecoins desancorarem. Você acha que USDT, USDC ou algumas stablecoins autônomas vão valer sempre 1 dólar? Esqueça esse sonho. Elas podem ter problemas de crédito, falhas no mecanismo, ou até uma crise de confiança no mercado. Uma vez desancoradas, suas stablecoins podem valer apenas 80 centavos.
A solução é simples: não coloque todos os ovos na mesma cesta. Diversifique seus investimentos em diferentes stablecoins para espalhar o risco.