Source: PortaldoBitcoin
Original Title: Venezuelano é acusado pelos EUA de lavar US$ 1 bilhão usando criptomoedas
Original Link: https://portaldobitcoin.uol.com.br/venezuelano-e-acusado-pelos-eua-de-lavar-us-1-bilhao-usando-criptomoedas/
Um venezuelano foi acusado nos Estados Unidos de participar de um esquema de lavagem de cerca de US$ 1 bilhão em fundos ilícitos usando criptomoedas, em uma das investigações mais significativas envolvendo criptomoedas e fluxos financeiros suspeitos em grande escala, informou o escritório do procurador dos EUA para o Distrito Leste da Virgínia.
A denúncia criminal aponta que o acusado, identificado como Jorge Figueira, 59 anos, utilizou uma complexa rede de contas bancárias, carteiras de criptomoedas, bolsas de ativos digitais e empresas de fachada para movimentar e dissimular a origem e destino de recursos escusos, segundo documentos judiciais obtidos pelo DOJ.
De acordo com a acusação, Figueira supostamente converteu quantias ilícitas em criptomoedas e transferiu essas moedas por meio de uma série de carteiras digitais, buscando ocultar a verdadeira natureza dos fundos de agências de fiscalização. O esquema envolveria o envio dos criptoativos a provedores de liquidez para a troca por dólares, que então eram depositados em contas bancárias controladas por ele antes de serem remetidos aos beneficiários finais, incluindo indivíduos e empresas em várias partes do mundo, como Colômbia, China, Panamá e México.
Investigadores do Federal Bureau of Investigation (FBI) descreveram a operação como uma conduta que “representa uma ameaça profunda ao sistema financeiro e à segurança pública”, destacando o uso de wallets criptográficas para mascarar transações globais.
A investigação, conduzida pelo FBI em conjunto com o escritório do procurador em Alexandria, Virgínia, detalha que mais de US$ 1 bilhão em ativos passou pela rede de carteiras envolvidas no caso, com a maioria dos fundos entrando por meio de plataformas de negociação de criptomoedas. O acusado, que enfrenta até 20 anos de prisão se condenado, foi acusado de conspiração para lavar dinheiro, e um juiz federal decidirá a sentença com base nas diretrizes de punição dos EUA e outros fatores legais relevantes.
Autoridades sublinharam que operações de lavagem de dinheiro dessa magnitude não só facilitam a atuação de organizações criminosas transnacionais, mas também podem desestabilizar sistemas financeiros legítimos se não forem detectadas e interrompidas. O processo contra Figueira está sendo conduzido pela Assistente do Procurador dos Estados Unidos, Catherine Rosenberg, e prossegue enquanto o acusado aguarda audiência inicial em corte federal.
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Venezuelano é acusado pelos EUA de lavar US$ 1 bilhão usando criptomoedas
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A denúncia criminal aponta que o acusado, identificado como Jorge Figueira, 59 anos, utilizou uma complexa rede de contas bancárias, carteiras de criptomoedas, bolsas de ativos digitais e empresas de fachada para movimentar e dissimular a origem e destino de recursos escusos, segundo documentos judiciais obtidos pelo DOJ.
De acordo com a acusação, Figueira supostamente converteu quantias ilícitas em criptomoedas e transferiu essas moedas por meio de uma série de carteiras digitais, buscando ocultar a verdadeira natureza dos fundos de agências de fiscalização. O esquema envolveria o envio dos criptoativos a provedores de liquidez para a troca por dólares, que então eram depositados em contas bancárias controladas por ele antes de serem remetidos aos beneficiários finais, incluindo indivíduos e empresas em várias partes do mundo, como Colômbia, China, Panamá e México.
Investigadores do Federal Bureau of Investigation (FBI) descreveram a operação como uma conduta que “representa uma ameaça profunda ao sistema financeiro e à segurança pública”, destacando o uso de wallets criptográficas para mascarar transações globais.
A investigação, conduzida pelo FBI em conjunto com o escritório do procurador em Alexandria, Virgínia, detalha que mais de US$ 1 bilhão em ativos passou pela rede de carteiras envolvidas no caso, com a maioria dos fundos entrando por meio de plataformas de negociação de criptomoedas. O acusado, que enfrenta até 20 anos de prisão se condenado, foi acusado de conspiração para lavar dinheiro, e um juiz federal decidirá a sentença com base nas diretrizes de punição dos EUA e outros fatores legais relevantes.
Autoridades sublinharam que operações de lavagem de dinheiro dessa magnitude não só facilitam a atuação de organizações criminosas transnacionais, mas também podem desestabilizar sistemas financeiros legítimos se não forem detectadas e interrompidas. O processo contra Figueira está sendo conduzido pela Assistente do Procurador dos Estados Unidos, Catherine Rosenberg, e prossegue enquanto o acusado aguarda audiência inicial em corte federal.