Sabem, quando se fala dos criadores das maiores blockchains, muitas vezes passa-se por alto o quão interessante é a sua história. Aqui, por exemplo, Anatoly Yakovenko — o rapaz que está por trás da Solana, tem um percurso bastante incomum no mundo cripto.



Yakovenko nasceu na Ucrânia em 1981, mas no início dos anos 90 a família mudou-se para os Estados Unidos. Mas o mais importante não é onde cresceu, mas o que fez depois. O rapaz mergulhou a sério em programação de sistemas, trabalhou em empresas de peso como Qualcomm e Dropbox, onde se dedicou a sistemas operativos de alto desempenho. Tinha mais de 10 anos de experiência, ou seja, sabia como construir sistemas realmente rápidos.

Desde criança que Yakovenko se interessava por programação, tentou minerar bitcoins, mas foi realmente apaixonado quando começou a aprofundar-se no Ethereum e nos problemas de escalabilidade das blockchains. Foi aí que surgiu a ideia: e se criássemos uma blockchain que fosse realmente rápida, mas sem perder em segurança e descentralização?

Em 2017, após uma discussão inspiradora, Yakovenko e os seus cofundadores decidiram concretizar essa ideia. Desenvolveram um mecanismo de consenso chamado Proof of History — uma coisa que permitiu à Solana processar transações a uma velocidade que outras blockchains ficaram muito atrás.

Sob a sua liderança, a Solana rapidamente tornou-se uma estrela na comunidade cripto. Hoje, é uma das blockchains mais tecnológicas e eficientes, e muito do mérito é de Yakovenko, que soube como construir sistemas verdadeiramente escaláveis. Um exemplo interessante de como a experiência de tecnologias tradicionais pode transformar completamente o espaço cripto.
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