Tem uma história que nunca sai da minha cabeça quando penso em criptomoedas — a do Glauber Contessoto, um cara que apostou tudo em Dogecoin quando ninguém levava a sério. Era 2021, a moeda estava em torno de 4,5 centavos, e esse rapaz de Los Angeles simplesmente decidiu investir entre $180 mil e $250 mil — basicamente toda sua vida em poupanças e dinheiro emprestado. Tipo, que coragem (ou loucura?) de fazer isso. O que é louco é que funcionou. Em dois meses, Glauber Contessoto viu seu investimento explodir para mais de $1 milhão. No pico, chegou perto de $3 milhões. Virou lenda na comunidade, chamaram de 'O Milionário do Dogecoin'. E a galera começou a acreditar que realmente era possível ficar rico rápido com essas moedas meme. Mas aí vem a parte que ninguém fala muito — quando o mercado esfriou, a maioria desses ganhos sumiu no ar. Contessoto teve que engolir seco vendo sua fortuna de papel desaparecer. Mas sabe o que é interessante? Ele não vendeu. Glauber Contessoto continuou segurando, acreditando que a história da Dogecoin ainda não tinha terminado. Para ele, não era só sobre ficar rico — era sobre ser parte de um movimento, de uma comunidade, daquela loucura coletiva que é a internet e as criptos juntas. Sua jornada é tipo um espelho: mostra que sim, é possível ganhar muito rápido aqui, mas também que tudo pode desaparecer numa velocidade absurda. É inspiração e aviso ao mesmo tempo.

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