Futuros
Acesse centenas de contratos perpétuos
TradFi
Ouro
Plataforma única para ativos tradicionais globais
Opções
Hot
Negocie opções vanilla no estilo europeu
Conta unificada
Maximize sua eficiência de capital
Negociação demo
Introdução à negociação de futuros
Prepare-se para sua negociação de futuros
Eventos de futuros
Participe de eventos e ganhe recompensas
Negociação demo
Use fundos virtuais para experimentar negociações sem riscos
Lançamento
CandyDrop
Colete candies para ganhar airdrops
Launchpool
Staking rápido, ganhe novos tokens em potencial
HODLer Airdrop
Possua GT em hold e ganhe airdrops massivos de graça
Pre-IPOs
Desbloqueie o acesso completo a IPO de ações globais
Pontos Alpha
Negocie on-chain e receba airdrops
Pontos de futuros
Ganhe pontos de futuros e colete recompensas em airdrop
Investimento
Simple Earn
Ganhe juros com tokens ociosos
Autoinvestimento
Invista automaticamente regularmente
Investimento duplo
Lucre com a volatilidade do mercado
Soft Staking
Ganhe recompensas com stakings flexíveis
Empréstimo de criptomoedas
0 Fees
Penhore uma criptomoeda para pegar outra emprestado
Centro de empréstimos
Centro de empréstimos integrado
Centro de riqueza VIP
Planos premium de crescimento de patrimônio
Gestão privada de patrimônio
Alocação premium de ativos
Fundo Quantitativo
Estratégias quant de alto nível
Apostar
Faça staking de criptomoedas para ganhar em produtos PoS
Alavancagem Inteligente
Alavancagem sem liquidação
Cunhagem de GUSD
Cunhe GUSD para retornos em RWA
Interessante notar que os ETFs de Bitcoin nos EUA continuam segurando quase US$ 85 bilhões em ativos, mesmo depois da brutal queda do preço. BTC saiu de mais de US$ 126 mil no início de outubro e desabou para cerca de US$ 60 mil depois, mas os fundos negociados em bolsa não sofreram saídas massivas como muita gente esperava.
Os 11 ETFs spot listados por lá tiveram apenas US$ 8,5 bilhões em saídas líquidas acumuladas. À primeira vista, isso parece otimismo genuíno, certo? Pois é, segundo Markus Thielen da 10x Research, não é bem assim.
A resiliência desses fundos esconde uma realidade bem diferente. Thielen aponta que a maior parte da propriedade não vem de investidores de longo prazo apaixonados por Bitcoin, mas sim de formadores de mercado e fundos de hedge focados em arbitragem de criptomoedas. Esses caras não estão apostando na valorização do preço, estão operando com posições hedgeadas, neutras do ponto de vista direcional.
Pra você entender melhor: formadores de mercado criam liquidez nos livros de ordens e ganham com o spread entre compra e venda. Já os fundos de arbitragem de criptomoedas assumem posições opostas em dois mercados diferentes, tipo ETF spot e futuros, pra lucrar com a diferença de preço entre eles. Nenhum desses dois exerce pressão real de alta ou baixa no mercado.
Olhando pra dados de 13F filings do final de 2025, Thielen mostra que entre 55% e 75% do IBIT da BlackRock, que tem US$ 61 bilhões sob gestão, é controlado por esses formadores de mercado e fundos de arbitragem. Ou seja, a maioria não está realmente bullish em Bitcoin, tá só operando.
Também é revelador que durante o Q4, quando o Bitcoin negociava perto de US$ 88 mil, os formadores de mercado reduziram exposição em cerca de US$ 1,6 a US$ 2,4 bilhões. Thielen interpreta isso como sinal de demanda especulativa em queda e redução nos requisitos de inventário pra arbitragem.
O preço do Bitcoin agora está em torno de US$ 74.240, mas vem lutando pra sustentar uma ruptura real acima de US$ 76 mil há praticamente dois meses. Enquanto isso, as taxas de financiamento dos contratos perpétuos mantêm-se negativas, sugerindo que o mercado ainda tá bastante cauteloso.
Em resumo: aquele US$ 85 bilhões em ETFs que parecia ser um sinal positivo pode ser bem menos bullish do que parece. A maioria tá ali fazendo arbitragem de criptomoedas, não apostando de verdade na moeda. Vale a pena ficar de olho nisso.