Na minha última viagem, uma comissária se aproximou de mim antes da decolagem, com uma voz bem suave:


"Olá, você estaria disposto a trocar de assento para que uma família possa se sentar junta?"
Já sei o que vem. Sei exatamente.
Eu: "Qual assento é?"
Ela: "É um assento de corredor na parte de trás."
Eu: "Com prazer ajudo se for o mesmo tipo de assento ou melhor."
Ela esboça aquele sorriso tenso de quem trabalha de cara para o público e diz: "Realmente significaria muito para eles."
Respondo: "Também significa muito para mim. Por isso paguei."
Ela assentiu e foi embora. Com respeito, além disso. Porque, que argumento sobrava para ela?
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