Trump acena para acordo de “energia nuclear civil” com a Arábia Saudita; estabelece condições-chave: a Arábia Saudita precisa aderir ao Acordo de Abraão

Uma grande virada na política dos EUA para o Oriente Médio! De acordo com a declaração mais recente divulgada hoje pelo presidente dos EUA, Donald Trump, na plataforma Truth Social, um acordo “de energia nuclear civil” entre o Departamento de Energia dos EUA e a Arábia Saudita deverá ser aprovado. No entanto, Trump colocou uma condição paralela fundamental: a Arábia Saudita precisa aderir formalmente aos Acordos de Abraão (Abraham Accords). Essa medida indica que os EUA estão tentando impulsionar ainda mais a paz e a reorganização diplomática na região do Oriente Médio por meio da cooperação nuclear.
(Resumo do contexto: Trump alertou o Irã: se os houthis voltarem a cometer novos atos, enfrentarão “uma grande punição militar”!)
(Complemento de contexto: a tarifa global de 10% de Trump expira nesta semana; e a taxa da “tarifa de trabalho forçado” seria de quanto para Taiwan?)

Em meio à contínua instabilidade na estrutura energética global e na geopolítica, a cooperação bilateral entre os EUA e a Arábia Saudita, uma potência do Oriente Médio, voltou a ser foco do mercado. No horário de Taipei em 23 de julho, o presidente dos EUA, Donald Trump (Donald Trump), publicou uma declaração diplomática importante em sua plataforma social Truth Social, confirmando que os EUA estão prestes a aprovar um acordo de energia nuclear civil com a Arábia Saudita.

O acordo civil entre EUA e Arábia Saudita será aprovado, destacando “sem enriquecimento de materiais”

Na declaração, Trump apontou de forma clara que esse acordo de energia nuclear civil, firmado entre o Departamento de Energia dos EUA (Department of Energy) e a Arábia Saudita, será estritamente limitado ao âmbito de “uso não militar (non-military use)”. Ele ressaltou especialmente que o acordo “não incluirá o enriquecimento de material! (There will be no enrichment of material!)”, garantindo o caráter estritamente civil dessa cooperação.

Para reduzir as preocupações do público sobre não proliferação nuclear, Trump também fez uma comparação com outros países do Oriente Médio, afirmando que instalações nucleares civis sem enriquecimento, como as que países como Irã e Emirados Árabes Unidos (UAE) já possuem, são semelhantes. Ele disse: “Os EUA não se opõem a instalações nucleares civis (sem enriquecimento)”.

O trunfo-chave do acordo nuclear: adesão aos Acordos de Abraão

Embora Trump tenha dado sinal verde para esse acordo de energia nuclear civil, esse “presente” não vem sem custo. Na declaração, Trump apresentou uma condição paralela de alto impacto geopolítico — a aprovação do acordo “dependerá totalmente de (totally subject to)” a Arábia Saudita aderir aos Acordos de Abraão.

Os Acordos de Abraão foram uma conquista diplomática importante impulsionada por Trump em seu mandato anterior, com o objetivo de promover a normalização das relações entre Israel e vários países árabes. Trump elogiou o acordo na declaração como “muito respeitado e bem-sucedido (very respected and successful)”. Se a Arábia Saudita, como líder do mundo islâmico, estiver disposta a dizer sim a esse acordo, certamente será um avanço histórico importante para o processo de paz no Oriente Médio.

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