O modelo Chavez-Maduro revela um ciclo previsível em economias políticas centralizadas. Primeiro vem a retórica—demonizar as elites ricas como inimigos do povo. Depois vem a ação: apreender indústrias e propriedades privadas sob controlo estatal. Os recursos apreendidos alimentam programas de bem-estar destinados a consolidar o apoio e manter o poder através da dependência económica. Simultaneamente, o sistema judicial é preenchido com juízes leais, desmontando os mecanismos de controlo sobre a autoridade executiva. Durante algum tempo, esta estratégia funciona. Mas, eventualmente, a má gestão e a fuga de capitais esgotam as reservas. Sem incentivos de mercado genuínos ou disciplina fiscal, a economia deteriora-se. A moeda colapsa. As escassezes espalham-se. O sistema implode. Este padrão não é exclusivo da Venezuela—dinâmicas semelhantes ocorreram em Cuba, na esfera soviética e em várias economias de comando. A lição para as comunidades cripto: o poder hiperconcentrado e o controlo de recursos, seja político ou económico, seguem trajetórias de falha previsíveis. A descentralização não é apenas uma ideologia—é uma resposta a séculos de evidências que mostram que o controlo centralizado gera ineficiência e colapso.
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O modelo Chavez-Maduro revela um ciclo previsível em economias políticas centralizadas. Primeiro vem a retórica—demonizar as elites ricas como inimigos do povo. Depois vem a ação: apreender indústrias e propriedades privadas sob controlo estatal. Os recursos apreendidos alimentam programas de bem-estar destinados a consolidar o apoio e manter o poder através da dependência económica. Simultaneamente, o sistema judicial é preenchido com juízes leais, desmontando os mecanismos de controlo sobre a autoridade executiva. Durante algum tempo, esta estratégia funciona. Mas, eventualmente, a má gestão e a fuga de capitais esgotam as reservas. Sem incentivos de mercado genuínos ou disciplina fiscal, a economia deteriora-se. A moeda colapsa. As escassezes espalham-se. O sistema implode. Este padrão não é exclusivo da Venezuela—dinâmicas semelhantes ocorreram em Cuba, na esfera soviética e em várias economias de comando. A lição para as comunidades cripto: o poder hiperconcentrado e o controlo de recursos, seja político ou económico, seguem trajetórias de falha previsíveis. A descentralização não é apenas uma ideologia—é uma resposta a séculos de evidências que mostram que o controlo centralizado gera ineficiência e colapso.