De acordo com as notícias ChainCatcher, segundo o relatório anual da exchange de criptomoedas argentina Lemon, a taxa de crescimento mensal de utilizadores ativos na América Latina em 2025 triplicará a dos Estados Unidos, e o volume anual de receção regional de ativos digitais ultrapassará os 730 mil milhões de dólares, um aumento anual superior a 60%, representando 10% do total global.
A diferenciação regional é óbvia: o Brasil lidera a escala de capital com mais de 318,8 mil milhões de dólares recebidos, com um crescimento anual de quase 250%, impulsionado principalmente por transações institucionais e pela integração de sistemas de pagamentos locais; A Argentina liderou a lista com uma taxa mensal per capita de utilizadores ativos, com uma taxa de penetração de 12% da população total, representando mais de um quarto da atividade da região.
O relatório apontou que os utilizadores em economias de alta inflação, como a Argentina e a Venezuela, tendem a usar criptoativos como reserva de valor, e o USDT tornou-se amplamente popular nas transações diárias da Venezuela. Mercados mais estáveis, como o Peru e a Colômbia, dão mais atenção aos retornos financeiros. As stablecoins são vistas como o fator mais crítico que impulsiona a adoção regional, com um crescimento elevado contínuo em 2025.